Destaca-se
por ser um rio internacional e percorre nos países Colômbia, Venezuela e Brasil.
O rio Negro tem um mil e setecentos quilômetros de extensão. O rio se inicia na
Reserva Natural Puinawai, Departamento de Guainio, Colômbia, passa pela
Colômbia. No território brasileiro perto da cidade de Manaus quando acontece a
união com o rio Solimões recebe o nome de rio Amazonas. Os seus principais
afluentes são os rios Branco, Jauaperi, Içana, Uaupés e Jaú. O rio Negro foi
nomeado pelos indígenas de rio Quiary ou Ueneya. O espanhol Francisco de
Orellana localizou o rio Negro em 1514. Os colonizadores espanhóis navegaram
nele para chegarem nas suas colônias pelo oceano Atlântico. Na metade do século
XVII o rei de Portugal enviou soldados a Amazonas e expulsaram os colonizadores
de outros países. Depois da independência do Brasil este rio continuou sendo
importante para uma identificação nacional das tribos indígenas que moraram
perto do rio Negro. Durante a navegação a vapor incentivaram o transporte de
mercadorias encontradas na floresta. O rio Negro manteve-se fundamental ao
desenvolvimento da região norte do Brasil. Antes de chegar na foz do rio Negro
navegam meios de transportes fluviais por aproximadamente setecentos e vinte
quilômetros. Próximo do Parque Nacional de Anavilhamos na união dos rios Negros
e Solimões formando o rio Amazonas acontece o Encontro das Águas. Neste
fenômeno natural as águas pretas do rio Negro e as águas barrentas do rio
Solimões não se misturam por cerca de seis quilômetros. Tornou-se uma atração
turística na cidade de Manaus. A Ponte Rio Negro é a maior ponte fluvial do
Brasil com aproximadamente três mil e seiscentos quilômetros de comprimento
permitindo o acesso rodoviário de Manaus a cidade de Iranduba.
Bibliografia:
Rio Negro (Amazonas) – Wikipedia, a enciclopédia livre