Destaca-se
como um rio que se inicia no Mato Grosso e termina no Pará como um afluente do
rio Amazonas. O rio Xingu tem um mil oitocentos e setenta quilômetros de
extensão. Começa no Parque Indígena do Xingu, percorre cerca de cento e
cinquenta quilômetros onde acontece a união com alguns dos seus afluentes. O
rio Xingu passa em diversos territórios indígenas. Destacam-se no seu percurso
algumas ilhas, bancos e areias, cachoeiras. Antes da chegada dos colonizadores
europeus no Alto Xingu viveram inúmeras tribos indígenas com organização
política, estradas e cultivo na terra preta de índio. O rio Xingu abastece
inúmeras cidades além de ser fundamental as populações indígenas e ribeirinhas.
No rio Xingu existe o Parque Indígena do Xingu com quatorze etnias indígenas
pertencendo aos grupos caribe, aruaque, tupi e macro-jê. São famosas as
cachoeiras Anané, Mucura, Gorgulho do Santo Antônio e a corredeira Porto
Seguro. A rodovia Transamazônica passa no rio Xingu. No vilarejo de Belo Monte
o rio se transforma numa lagoa grande com um vale fluvial costeiro. Neste lugar
situa-se o Tabuleiro do Embaubal com cerca de cinquenta ilhas florestais. Na
união dos rios Xingu com o Amazonas encontra-se um arquipélago de florestas,
especialmente a ilha de Urucuri com aproximadamente quarenta quilômetros de
comprimento. Construíram no rio Xingu a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, a
segunda mais grande da nação. Este rio é famoso na cultura popular devido a sua
beleza natural.
Bibliografia:
Rio
Xingu – Wikipédia, a enciclopédia livre