quarta-feira, 19 de junho de 2024

José Lins do Rego

Destacou-se como um escritor brasileiro (1901-1957). José Lins do Rego nasceu no engenho Corredor, cidade Pilarça, Paraíba. Devido a falência dos engenhos de açúcar surgiram as usinas. O escritor decidiu morar em Recife, começou a estudar na Faculdade de Direito em 1919. O escritor iniciou a sua carreira literária publicando obras no Jornal do Recife e semanário Dom Casmurro. Em 1925 ele trabalhou de promotor publico em Minas Gerais. No ano seguinte desistiu do cargo e foi morar em Maceió, arrumou emprego de fiscal de bancos. José Lins do Rego tornou-se membro do grupo regionalista de Gilberto Freyre. O escritor editou textos no Jornal de Alagoas localizado e Maceió. Ele fez amizade com Graciliano Ramos e Raquel de Queiroz. Como integrante do Movimento Regionalista do Nordeste não apoiou o Movimento Modernista de São Paulo. As obras de José Lins do Rego contem temas regionalistas da segunda fase modernista. Destacando-se o cultivo de cana-de-açúcar, cangaço, misticismo e a seca. O escritor publicou em 1932 o seu primeiro romance Menino do Engenho, ganhou o prêmio da Fundação Graça Aranha. A Triologia do Menino do Engenho narra os problemas sociais e econômicos do engenho de cana-de-açúcar.  Principais obras de José Lins do Rego: Menino do Engenho – 1933, Doidinho – 1933, Banguê – 1934, Usina – 1936, Pureza – 1937, Pedra Bonita – 1938, Riacho Doce – 1939, Água Mãe – 1941, Gordos e Magros – 1942, Fogo Morto – 1943, Poesia e Vida – 1945, Eurídice – 1947, Cangaceiros – 1953, A Casa e o Homem – 1954, Meus Verdes Amor – 1956, Presença do Nordeste na Literatura Brasileira.

Bibliografia:

Biografia de José Lins do Rego – eBiografia  

domingo, 16 de junho de 2024

Cecilia Meireles

Destacou-se como poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira (1901-1964). Cecilia Meireles nasceu no Rio de Janeiro. Como os pais dela faleceram quando era pequena foi cuidada pela avó materna Jacinta Garcia. A poetisa estudou o primário na Escola Estácio de Sá. Ela concluiu o curso normal na Escola Normal do Rio de Janeiro em 1917. Animada trabalhou no magistério das escolas do Rio de Janeiro. Cecilia Meireles publicou em 1919 o seu primeiro livro de poesias Espectros. Participou da Semana de Arte Moderna de 1922. A poetisa estudou o folclore, educação e literatura. Como jornalista escreveu vários artigos de ensino escolar. Como poetisa se preocupou com a educação e publicou poemas infantis e livros didáticos. Cecilia Meireles ganhou o Prêmio de Poesias da Academia Brasileira de Letras em 1938 com o seu livro de poemas Viagem. Corajosamente em 1934 ela viajou a Portugal e deu palestras valorizando a literatura e o folclore brasileiros. A poetisa participou de conferencias de Educação, Literatura e folclore nos Estados Unidos, Europa, Asia e África. Devido ao seu talento escreveu poesias, contos, literatura infantil e folclore. As suas obras possuem características de simbolismo, religiosidade, musicalidade, poesia reflexiva, filosofia, amor e natureza. Principais obras de Cecilia Meireles: Espectros – 1919, Nunca Mais... e Poemas dos Poemas – 1923, Viagem – 1925, Viagem – 1939, Vaga Musica – 1942, Mar Absoluto – 1945, Retrato Natural – 1949, Romanceiro da Inconfidência – Canção – 1956, A Rosa – 1957, Eternidade em Israel – 1959, Antologia Poética- 1963, Escolha o seu Sonho – 1964, Ou Isto ou Aquilo – 1965.

Bibliografia:

Biografia de Cecilia Meireles – eBiografia   

quarta-feira, 12 de junho de 2024

Jorge de Lima

Destacou-se como um poeta da segunda fase do modernismo brasileiro (1895-1953). Jorge de Lima trabalhou de médico, pintor, fotografo, biografo e historiador. O escritor nasceu um União dos Palmares, Alagoas. O pai dele tinha uma fazenda. Ele mudou-se para Maceió em 1902 e estudou no Colégio Diocesano de Alagoas. Jorge de Lima quando tinha catorze anos escreveu o poema O Acendedor de Lampiões. Passado alguns anos ele iniciou o curso de medicina em Salvador, formou-se no Rio de Janeiro em 1914. No mesmo ano publicou a poesia XIV Alexandrinos com características parnasianas. O poeta retornou a Maceió em 1915, trabalhou de médico. Lecionou história natural e literatura na Escola Normal. Jorge de Lima foi diretor de saúde do estado, o elegeram deputado estadual em 1926. No inicio de sua carreira poética ele começou no movimento parnasiano. Depois aderiu as técnicas do modernismo, principalmente com o verso livre. Nesta fase o poeta descreveu temas nordestinos como o folclore, flora e fauna local, miséria da população e a consciência social. Depois da conversão de Jorge de Lima ao catolicismo em 1935 as suas obras defenderam a fé e religiosidade. Passado algum tempo o médico valorizou a cultura negra, seus ritmos e costumes. Na fase final Jorge de Lima escreveu uma epopeia modernista com dez cantos, apoiando o homem procurando a sua paz espiritual. Principais obras de Jorge de Lima: XIV Alexandrinos – 1914, O Mundo do Menino Impossível – 1925, Poemas – 1927, Salomão e as Mulheres – 1927, O Anjo – 1934, Calungo – 1935, Quatro Poemas Negros – 1947, Livro dos Sonetos – 1949, Guerra Dentro do Beco – 1950, Os Retirantes, Obra Poética – 1950, Invenção de Orfeu – 1952.

Bibliografia:

Biografia de Jorge de Lima – eBiografia 

domingo, 9 de junho de 2024

O Respeito na Convivência Social

 A complexidade social está afetando as pessoas, famílias, comunidades, nações, continentes e o mundo. O respeito com os semelhantes tornou-se fundamental na convivência social. Os problemas sociais afetaram toda a sociedade. Todos desejam a paz mundial, mas as pequenas boas ações são indispensáveis para o bem comum. Os conhecimentos, experiencias e o respeito ajudam a amenizar as dificuldades para os homens sobreviverem. Devido as circunstancias desfavoráveis as pessoas e suas famílias enfrentam diariamente diversas exclusões na vida política, social, educacional e profissional. Problemas socias sempre existiram na história da humanidade. Os seres humanos através do dialogo e novas alternativas procuraram soluciona-los. Atualmente a sociedade mundial enfrenta diversas formas de violências e epidemias com doenças. As guerras em diversos países geram destruições e a eliminação de milhares de pessoas inocentes. Diante de tantas dificuldades a maioria das pessoas valorizam a dignidade humana. A educação, respeito, estudo, trabalho e as boas ações contribuem na construção de uma sociedade mais justa e fraterna. A convivência fraterna entre os homens valorizando a natureza contribuirão para o desenvolvimento dos países a na formação de novos cidadãos em busca do bem comum. A sabedoria e experiência dos adultos em parceria com a inovação e generosidade da juventude permitirão a construção de uma nova sociedade. Todas as pessoas serão importantes e valorizadas com liberdade, justiça, felicidade, segurança, responsabilidade e paz.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). A Pessoa Enquanto Referência Para o Bem-Comum.   

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Mario de Andrade

Destacou-se como um escritor da primeira fase do modernismo brasileiro (1893-1945). Mario de Andrade com o seu talento além de escritor foi poeta, contista, crítico literário e professor. O poeta nasceu em São Paulo, quando terminou o ginásio estudou na Escola do Comercio Alves Penteado. Em 1917 enquanto frequentou os encontros literários conheceu os amigos Anita Malfatti e Oswald de Andrade. Neste mesmo ano ele usou o pseudônimo Mário Sobral e publicou o seu primeiro livro Há Uma Gota de Sangue em Cada Poema. Mario de Andrade participou da Semana de Arte Moderna e propôs uma renovação modernista da literatura brasileira. Depois de alguns meses do evento de 1922 o poeta publicou a obra Paulicéia Desvairada. Mario de Andrade viajou pelo Brasil e estudou os costumes de cada região como as lendas, festas populares e canções. A seguir escreveu os livros Clã do Jabuti, Macunaíma e Ensaio Sobre a Música Brasileira. Em 1935 o escritor fundou o Departamento Municipal de São Paulo e incentivou a cultura na cidade. Devido a ditadura o demitiram do serviço. Mario de Andrade mudou-se ao Rio de Janeiro e trabalhou como professor de estética na Universidade Federal. Ele voltou a São Paulo em 1941. Animado realizou uma reinterpretação poética de sua vida na cidade de São Paulo. Principais obras de Mario de Andrade: Há uma Gota de Sangue em Cada Poema – 1917, Pauliceia Desvairada – 1922, Clã do Jabuti – 1927, Macunaíma – 1928, Ensaio sobre a Música Brasileira – 1928, Modinhas e Lundus Imperiais – 1930, Musica, Doce Musica – 1933, Belazarte – 1934, Namoros com a Medicina – 1939, Os Filhos da Candinha – 1943, Lira Paulistana – 1946, Cantos Novos – 1946, Poesias Completas – 1955.

Bibliografia:

Biografia de Mario de Andrade – eBiografia  

quarta-feira, 29 de maio de 2024

Graciliano Ramos

Destacou-se como um escritor da segunda fase do modernismo brasileiro (1892- 1953). Graciliano Ramos com o seu talento escreveu em suas obras ficcionismo e prosa. Porque relatam os problemas sociais nordestinos. O escritor nasceu na cidade Quebrângulo, sendo o primogênito de quinze irmãos. Em sua infância estudou no internato de Visçosa, Alagoas. Publicou o seu primeiro conto O Pequeno Pedinte no jornal da escola em 1904. No ano seguinte morou em Maceio, estudou o ensino secundário no Colégio Interno Quinze de Março. Retornou em morar com os familiares em 1910, ajudou o seu pai num pequeno comercio no município Palmeiras dos Índios. Em 1914 mudou-se ao Rio de Janeiro, trabalhou de revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Devido a peste bubônica voltou a cidade Palmeira dos Índios, trabalhou no estabelecimento comercial do seu pai. Depois de um ano casou-se com Maria Augusta Barros, desta união nasceu quatro filhos. Elegeram Graciliano Ramos prefeito de Palmeira dos Índios. Após dois anos ele deixou o cargo de prefeito e decidiu morar em Maceio. Neste município o escritor tornou-se diretor da Imprensa Oficial e de Instrução Publica do Estado. Em 1934 ficou preso durante nove meses devido a falsas acusações.  O escritor foi morar no Rio de Janeiro em 1937, o nomearam Inspetor Federal de Ensino em 1939. Graciliano Ramos em suas obras escreveu sobre os problemas regionais de determinadas regiões. Como escritor ficcionista procurou despertar a conscientização dos leitores para dialogarem e anemizarem as dificuldades de sobrevivência em várias cidades do Brasil. Os seus livros mais famosos Vidas Secas, São Bernardo e Memorias do Cárcere foram adaptadas ao cinema.  As suas obras foram traduzidas e publicadas em diversos países. Graciliano Ramos com o livro Vidas Secas ganhou o Prêmio da Fundação William Faulkner, localizado nos Estados Unidos. Principais obras de Graciliano Ramos: Caetes – 1933, São Bernardo – 1934, Angustia – 1936, Vidas Secas – 1938, A Terra dos Meninos Pelados – 1942, História de Alexandre – 1944, Dois Dedos – 1945, Histórias Incompletas – 1946, Insônia – 1947, Memorias do Cárcere – 1953. Obras Póstumas: Viagem – 1954, Linhas Tortas – 1962, Viventes de Alagoas – 1962.

Bibliografia:

Biografia de Graciliano Ramos – eBiografia  

domingo, 26 de maio de 2024

Oswald de Andrade

Destacou-se como poeta, escritor e dramaturgo brasileiro (1890-1954). Oswald de Andrade através de suas obras ajudou a fazer inovações nas artes e nos costumes sociais. Enquanto o escritor estudou no Ginásio de São Bento um professor o incentivou em ser escritor. Animado o menino comprou livros e escreveu. O poeta trabalhou de jornalista no Diário Popular em 1909 e publicou a sua primeira reportagem Penando. No mesmo ano ele tornou-se crítico teatral. Oswald de Andrade inaugurou a revista semanal O Piralho em 1911. No ano seguinte viajou a Europa e trouxe novidades ao país. Em 1917 escreveu artigos no Jornal do Comercio. Em comemoração ao centenário da independência do Brasil junto com outros artistas decidiram promover a literatura modernista brasileira. Oswald de Andrade e inúmeros artistas do Rio de Janeiro e São Paulo organizaram a Semana de Arte Moderna de 1922. Este evento aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo de 13 a 18 de fevereiro de 1922. Ele atuou como militante político e defendeu o modernismo brasileiro. Oswald de Andrade publicou em 18 de abril de 1924 o Manifesto Pau-Brasil. O poeta valorizou está arvore brasileira. No ano seguinte editou o livro de poesias Pau-Brasil desenhado pela pintora Tarsila do Amaral. Em 1927 os dois abriram o abriram o Movimento Antropológico e defenderam a cultura do Brasil. Como poeta inovou os conceitos tradicionais em suas poesias e rompeu com os padrões de linguística culta. Principais obras de Oswald de Andrade: Os Condenados – 1922, Manifesto Pau-Brasil – 1925, Pau-Brasil – 1925, Estrela do Abismo – 1927, O Homem e o Cavalo – 1934, O Rei da Vela – 1937, Marco Zero II – Chão – 1946, O Rei Flaquinhos – 1953, Um Homem sem Profissão – 1954. Obras Póstumas: A Marcha das Utopias, Poesias Reunidas, Telefonemas.

Bibliografia:

Biografia de Oswald de Andrade – eBiografia 

quarta-feira, 22 de maio de 2024

Cora Coralina

Destacou-se como poetisa e contista brasileira (1889-1985). O nome completo da poetisa é Ana Lins dos Guimarães Peixoto. Cora Coralina estudou até o terceiro ano do curso primário. Desde a sua juventude teve inspirações literárias, escreveu poesias e contos a partir dos catorze anos. Publicou a poesia A Rosa no jornal de poemas fundado com diversos colegas em 1908. Editou o seu conto Tragédia na Roça no Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás em 1910. Ela usou o nome artístico Cora Coralina. A poetisa em 1911 foi morar junto com o advogado Cantidio Tolentino Bretas em Jaboticabal, estado de São Paulo. Convidaram Cora Coralina para participar da Semana de Arte Moderna em 1922, seu marido não a permitiu ir neste evento. O esposo dela faleceu em 1934, a poetisa trabalhou de doceira e educou os seus quatro filhos. Mas continuou escrevendo as suas poesias nas folhas dos cadernos. Como morou na cidade de São Paulo a partir de 1934 vendeu livros. Após dois anos mudou-se para Andradina e escreveu no jornal do município. Em 1956 corajosamente ela retornou a sua terra natal na cidade de Goiânia, Estado Goiás. A poetisa aprendeu datilografia com setenta anos e decidiu mostrar os seus poemas as editoras. Cora Coralina com setenta e cinco anos publicou o seu primeiro livro O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais em 1965. Tornou-se membra da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás em 1970. Publicou em 1976 a sua segunda obra Meu Livro de Cordel. O poeta Carlos Drumond de Andrade decidiu apoia-la a partir de 1980. Cora Coralina ganhou o Prêmio Juca Pato da União Brasileira dos Escritores em 1983 com seu livro Vintém de Cobre: Meias Confissões de Aninha. No ano seguinte a elegeram membra da Academia Goiânia de Letras. A poetisa faleceu em 1985 na cidade Goiânia, Estado Goiás. Principais obras de Cora Coralina: Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais – 1965, Meu Livro de Cordel – 1976, Vintém de Cobre: Meias Confissões de Aninha – 1983, Estórias da Casa Velha de Ponte – 1985, Os Meninos Verdes – 1980. Obras Póstumas: Tesouro da Casa Velha – 1996, A Moeda de Ouro que um Pato Engoliu – 1996, Vila Boa de Goiás – 2001, O Pato Azul-Pombinho – 2001.

Bibliografia:

Biografia de Cora Coralina – eBiografia 

domingo, 19 de maio de 2024

Manuel Bandeira

Destacou-se como um poeta, professor de literatura e crítico literário (1886-1968). Manuel Bandeira com as suas poesias líricas fez sucesso na primeira fase do modernismo brasileiro. Tornou-se um dos principais poetas do século XX. O professor nasceu em uma família com bons recursos financeiros no Recife. Quando o menino tinha dez anos junto com os seus familiares mudou-se ao Rio de Janeiro. Manuel Bandeira estudou no curso de arquitetura da Escola Politécnica de São Paulo em 1903. Como ele teve tuberculose parou de estudar no curso superior. Depois de anos o poeta viajou a Suíça e conseguiu se curar da doença entre 1913-1914. Na clínica ele conheceu o poeta francês Paul Éluard. Quando retornou ao Brasil trabalhou de inspetor no ensino e professor de literatura na Universidade do Brasil. Manuel Bandeira publicou o seu primeiro livro A Cinza das Horas em 1917. Nesta obra os poemas demonstram características simbolistas e parnasianas além de transmitirem sofrimentos e melancolias. Em 1919 o poeta editou o livro Carnaval, as suas poesias mostraram os novos valores do modernismo. O poeta mostrou em suas obras as novas técnicas e ideias modernistas. Devido ao seu talento em 1940 o elegeram membro da Academia Brasileira de Letras. Principais obras de Manuel Bandeira: A Cinza das Horas – 1917, Carnaval – 1919, O Ritmo Dissolutivo – 1930, Estrela da Manhã – 1936, Crônicas da Província do Brasil – 1937, Guia de Ouro Petro – 1938, Lira dos Cinquenta Anos – 1940, Mafuá do Malungo – 1948, Literatura Hispano-Americana – 1948, De Poetas e de Poesias – 1958, Flauta de Papel – 1957, Estrela da Tarde – 1963, Estrela da Vida Inteira – 1966, Colóquio Unilateralmente Sentimental – 1968.

Bibliografia:

Biografia de Manuel Bandeira – eBiografia  

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Augusto dos Anjos

Destacou-se como um poeta do pré-modernismo brasileiro (1884-1914). Augusto dos Anjos nas suas poesias utilizou o simbolismo, apreciou a morte, angustia e as metáforas. O poeta publicou o livro Eu em 1912. Augusto dos Anjos formou-se em direito no Recife em 1907. Ele voltou a João Pessoa, capital da Paraíba, lecionou literatura brasileira em aulas particulares. Tornou-se professor no Liceu Paraibano em 1908, o afastaram do serviço em 1910. Neste mesmo ano o poeta casou-se com Ester Fialho e decidiu morar no Rio de Janeiro. Nesta cidade Augusto dos Anjos deu aulas de literatura em alguns cursinhos e geografia na Escola Normal. No ano seguinte foi professor de geografia no colégio Pedro II. Nesta época ele publicou diversos poemas nos jornais e periódicos. O poeta publicou em 1912 a sua única obra Eu com cinquenta e oito poemas. Ele impressionou os leitores porque usou palavras agressivas a admirou a morte. Este livro tornou-se único na literatura universal, pois uniu o simbolismo com a ciências naturalistas. Republicaram este livro em 1918 usando o nome Eu e Outras Poesias. Principal obra de Augusto dos Anjos: Eu.

Bibliografia:

Biografia de Augusto dos Anjos – eBiografia

 

domingo, 12 de maio de 2024

O Verdadeiro Amor de Mãe

No segundo domingo de maio é comemorado o Dia da Mãe. Esta mulher maravilhosa gera e educa os seus filhos com amor, honra e dignidade. Neste dia especial dedicado as mães biológicas e adotivas os filhos e demais familiares homenageiam essas mulheres especiais. Nesta data muitos indivíduos criticam determinadas mães por colocarem filhos no mundo, mas os abandonaram e não se preocuparam com o futuro deles. Outras mães trabalham e enfrentam humilhações para criarem os seus filhos por causa de doenças e problemas sociais. No dia da mãe deve ser refletido o relacionamento existente entre a mãe e os filhos. Precisa ser valorizado o amor e o perdão pelos erros cometidos por ambas as partes. Ser mãe nos tempos modernos é um conjunto de exigências visando a boa educação dos filhos. No sistema educativo a mãe tornou-se a principal responsável pela educação de crianças e jovens. Atualmente o ensino escolar é gratuito desde a creche até o ensino médio auxiliando no ensino e formação da juventude. A mãe desempenha um papel fundamental na saúde dos filhos, pois observa os seus aspectos físicos, psicológicos e mentais. Neste dia especial os filhos devem mostrar amor e valorizar a sua mãe. Todos os dias do ano precisam ser valorizados a mãe e o pai. Ser mãe é um presente especial em gerar os seus filhos no interior do seu organismo. Depois do nascimento do bebê o acompanha durante toda a sua vida. Muitas mulheres foram abandonadas pelos seus companheiros e precisaram criam sozinhas os próprios filhos. Em inúmeras famílias existe violências domesticas, maus tratos físicos e ofensas. O dialogo é o melhor método para solucionar os problemas pessoais e familiares. A sociedade do século XXI enfrenta diversos perigos como o desemprego, fome, miséria e a morte. A mãe deseja preparar os seus filhos para uma vida digna. No dia das mães comemoramos e homenageamos aquela mulher especial responsável pela nossa existência. Precisamos amar as nossas mães e demonstrarmos os nossos sentimentos com palavras amorosas e boas ações.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Mãe: Símbolo do Amor. 

quarta-feira, 8 de maio de 2024

Monteiro Lobato

Destacou-se como um escritor, editor, tradutor brasileiro, advogado e promotor (1882-1948). Monteiro Lobato ficou famoso com as suas obras de livros infantis. O escritor escreveu contos, artigos, crônicas e livros valorizando o ferro e o petróleo. Este contista e tradutor publicou seus artigos em jornais e revistas, depois os reuniu no seu primeiro livro Urupês. Naquela época editavam livros brasileiros em Lisboa e Paris. Monteiro Lobato começou a publicar livros no Brasil, revolucionou os livros infantis e didáticos. Utilizando uma linguagem simples, fantasiosa e realista tornou-se o precursor da literatura infantil brasileira. Os seus personagens mais populares são a boneca de pano Emília, o menino Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Cuca, Saci Pererê e diversos personagens de sua obra famosa Sitio do Pica-Pau Amarelo. As crianças e adultos desde aquela época se encantaram com esses personagens. No conto Urupês surgiu o personagem Jeca Tatu. Este homem simples e caipira mostrou as dificuldades e o atraso da população que não tinha o fundamental para sobreviverem. Rui Barbosa o ajudou em 1947 a generalizar os comportamentos deste caipira. Monteiro Lobato vendeu a sua fazenda em 1916, trabalhou como escritor e jornalista. Corajosamente fundou o jornal O Estado de São Paulo e publicou reportagens importantes da capital paulista. As obras de Monteiro Lobato foram traduzidas para diversos idiomas e publicados na Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Japão e Rússia. Adaptaram diversos livros infantis em cinco seriados de televisão: TV Tupi 1952-1962, TV Cultura – 1964, Rede Bandeirantes – 1967, Rede Globo – 1977-1986, Rede Globo Sitio do Pica-Pau Amarelo – 2001-2007. Principais livros infantis de Monteiro Lobato: O Saci – 1921, Fabulas – 1922, Viagem ao Céu – 1932, Caçadas de Pedrinho – 1933, Emília no País da Gramatica – 1934, Geografia de Dona Benta – 1935, Dom Quixote das Crianças – 1936, O Poço do Visconde – 1937, Histórias de Tia Anastácia – 1937, O Pica-Pau Amarelo – 1939, O Minotauro – 1939, A Reforma da Natureza – 1941, A Chave do Tamanho – 1942, Os Doze Trabalhos de Hercules – 1944, Histórias Diversas – 1947, A Caçada da Onça – 1928, O Gato Felix – 1928. Principais livros de adultos: O Saci-Pererê: resultado de um Inquérito – 1918, Urupês – 1918, Cidades Mortas – 1919, Negrinha – 1920, O Presidente Negro - O Choque das Raças – 1926, A Barca de Gleyre – 1947, Zé Brasil – 1947, Prefácios e Entrevistas – 1947.

Bibliografia:

Monteiro Lobato – Wikipédia, a enciclopédia livre             

domingo, 5 de maio de 2024

O Desafio do Jovem no Emprego

O jovem deseja trabalhar para ter a sua independência financeira. A sociedade precisa criar novas oportunidades de emprego a juventude. A mocidade sonha em possuir bens próprios para seu consumo, uso e prazer. Mas quer ser reconhecida como pessoa trabalhadora. Os jovens mostraram em diversos lugares do mundo as mudanças de estruturas sociais, econômicas, seus direitos e benefícios no desenvolvimento econômico. A juventude precisa ser preparada para enfrentar os desafios da vida. O futuro deles necessita ser ativo e em parceria com determinadas instituições desejando proporcionar aos jovens mais qualidade de vida, liberdade e autonomia responsável. As crises, guerras, doenças e calamidades de fenômenos naturais atingiram a sociedade ao longo da história da humanidade. As pessoas precisaram enfrentar muitas dificuldades para sobreviverem. Os jovens estão preocupados com o seu futuro desejando ter melhores condições financeiras, mas mostram os seus valores pessoais. A juventude necessita de projetos e decisões porque deseja contribuir para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Os cidadãos e seus dirigentes devem respeitar, apoiar e compreender a mocidade. A paz, trabalho, saúde, liberdade e respeito são direitos do ser humano independente de sua idade. A juventude contribuirá para o desenvolvimento e progresso da humanidade. Elaborando os seus projetos em parceira com os adultos mostrarão novos conhecimentos e impetuosidade ao lado de determinação e sabedoria de trabalhadores experientes. As equipes de trabalho terão melhores resultados alcançados independente da condição etária de cada trabalhador.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Equipes de Trabalho Mistas. 

quarta-feira, 1 de maio de 2024

Lima Barreto

Destacou-se como um escritor brasileiro do período pré-modernista da literatura brasileira (1881-1922). Lima Barreto criticou a burguesia de sua época e os governantes da república. O escritor por ser filho de pais simples e mestiços enfrentou preconceitos em sua vida. Ele ficou órfão de mãe com sete anos, seu pai teve problemas psicológicos em 1903. Lima Barreto precisou cuidar do seu pai e sustentar os três irmãos. Ele conseguiu ser aprovado no concurso de escriturário do Ministério de Guerra em 1904, continuou trabalhando neste emprego até quando se aposentou. O escritor publicou o seu primeiro romance Recordações do Escrivão Isaias Caminha. Esta obra narrou a vida de um rapaz pardo vindo do interior e sofreu preconceitos raciais. Lima Barreto satirizou o jornalismo carioca. Em 1915 ele editou o seu principal livro Triste Fim de Policarpo Quaresma. Nesta obra o escritor descreveu os traços sociais e humanos dos bairros cariocas distantes na virada do século XIX ao XX. Ele escreveu as suas obras no início do século XX, na primeira república com inovações na literatura brasileira. Lima Barreto escreveu com linguagem simples e brasileira. Preocupou-se com os acontecimentos históricos e costumes de sua época. Principais obras de Lima Barreto: Recordações do Escrivão Isaias Caminha – 1909, Triste Fim de Policarpo Quaresma – 1915, Vida e Morte de M.J. Gonzaga e Sá – 1919, Os Bruzundangas – 1923, Clara dos Anjos – 1948, Feiras e Mafuás – 1956, Bagatelas – 1959, Marginália – 1956, Vida Urbana – 1956.

Bibliografia:

Biografia de Lima Barreto – eBiografia 

domingo, 28 de abril de 2024

Euclides da Cunha

Destacou-se como um escritor, jornalista e professor brasileiro (1860-1909). Euclides da Cunha se tornou membro da Academia Brasileira de Letras no dia 21 de setembro de 1903. O escritor nasceu em Cantagalo, Rio de Janeiro. Como ele ficou órfão de mãe com três anos os tios o criaram entre as fazendas do Rio de Janeiro e Bahia. O escritor em 1885 estudou na Escola Militar da Praia Vermelha e escreveu na revista de escola A Família Acadêmica. A partir de 1889 Euclides da Cunha mudou-se a São Paulo. Editou no jornal O Estado de São Paulo inúmeros artigos defendendo as ideias republicanas. Depois da proclamação da república no Brasil o escritor voltou ao exército. Formou-se nos cursos de engenharia militar, matemática e ciências físicas e naturais. Depois ele foi promovido a primeiro tenente na Escola Militar. O escritor trabalhou em 1893 na administração da Estrada de Ferro do Brasil. Criticou o governo de Floriano Peixoto na Gazeta de Notícias por maltratar os presos políticos e contra a pena de morte. Desanimado abandonou o exército e estudou os problemas sociais brasileiros. No início do século XX aconteceu no Brasil mudanças na vida política, social e cultural. Nesta época na literatura brasileira o período é chamado de pré-modernista. Euclides de Cunha descreveu os problemas sociais e culturais do país, criticou o Brasil arcaico e a classe dominante. Principais obras de Euclides de Cunha: Os Sertões – 1902, Contrastes e Confrontos – 1906, Peru Versus Bolívia – 1907, Castro Alves e o Seu Tempo – 1908, A Margem da História – 1909.

Bibliografia:

Biografia de Euclides da Cunha – eBiografia  

 

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Olavo Bilac

Destacou-se como um contista, poeta e jornalista brasileiro (1865-1918).  Olavo Bilac inspirado compôs a letra do Hino à Bandeira. Tornou-se membro do Movimento Parnasiano, escreveu as suas poesias no formato formal com palavras difíceis, rimas bonitas com composições poéticas. O poeta participou da formação da Academia Brasileira de Letras. Olavo Bilac valorizou as poesias e o jornalismo. Publicou os seus primeiros poemas na Gazeta Acadêmica em 1883. Ele escreveu para diversos jornais e revistas, em especial a Gazeta de Notícias, A Semana e Diário de Notícias. O poeta trabalhou em companhia de Machado de Assis, Raul Pompeia, Aluízio de Azevedo e Raimundo Correia.  O jornalista publicou o seu primeiro livro Poesias em 1888. Nesta obra o poeta aderiu com as normas do Parnasianismo. Especialmente com o poema Profissão de Fé, pois engrandeceu o formato formal e a beleza estética da poesia. Olavo Bilac participou da política brasileira como nacionalista e republicano. O jornalista criticou o governo do Marechal Floriano Peixoto e sofreu perseguição durante a revolta da Armada em 1893. Como as suas poesias fizeram sucesso o elegeram como primeiro Príncipe dos Poetas Brasileiros no concurso patrocinado pela revista Fon-Fon em 1907. Os poemas de Olavo Bilac seguiram as normas parnasianas e a mitologia grego-romana. No lirismo misturou filosofia e lirismo querendo demonstrar o verdadeiro significado da vida e morte. Principais obras de Olavo Bilac: Poesias – 1888, Via Láctea – 1888, Sarça de Fogo – 1888, Crônicas e Novelas – 1894, O Caçador de Esmeraldas – 1902, Poesias Infantis – 1904, Critica e Fantasia – 1904, Tratado de Versificação – 1905, Conferencia Literária – 1906, Ironia e Piedade (Crônicas) – 1916, A Defesa Nacional – 1917.

Bibliografia:

Biografia de Olavo Bilac – eBiografia 

domingo, 21 de abril de 2024

Deveres e Direitos dos Imigrantes em Portugal

As Câmaras Municipais em parceria com as empresas, igreja e autoridades lideram a integração dos imigrantes em Portugal. As famílias dos imigrantes precisam se adaptarem as exigências do país que imigraram. O reagrupamento familiar dos imigrantes contribui para a tranquilidade e paz social. As sociedades modernas não possuem preconceitos, mas consolidam o interculturalíssimo. Cidades, vilas e aldeias portuguesas possuem instituições de apoio aos imigrantes. A cumplicidade entre as culturas diferentes beneficiam as populações nacionais no intercambio cultural. Como existe emigrantes portugueses espalhados pelo mundo os imigrantes que escolheram viver em Portugal possuem os mesmo direitos e deveres. A falta de valores, princípios éticos e morais prejudica o cidadão em qualquer lugar do mundo. Os governantes portugueses comprovam a existência dos valores humanos entre a imigração e direito civil dos estrangeiros que decidiram morar em Portugal. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras acompanha a evolução progressiva da imigração na área do município. Os cidadãos oriundos dos países da União Europeia respeitam o apoio as migrações e cidadania. O exercício dos direitos democráticos permite um estrangeiro se candidatar a determinados órgãos das autarquias locais. Há emigrantes portugueses que conseguiram ser eleitos em outros países da União Europeia: França e Luxemburgo para diferentes cargos de vereadores e presidentes municipais. As mesmas oportunidades são dadas aos imigrantes de Portugal. O humanismo, reciprocidade, moralidade, liberdade e solidariedade são valores universais dos portugueses e estrangeiros. 

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Deveres e Direitos para os Imigrantes. 

quarta-feira, 17 de abril de 2024

Julia Lopes de Almeida

Destacou-se como uma escritora, cronista, teatróloga e abolicionista brasileira (1862-1934). Julia Lopes de Almeida colaborou na formação da Academia Brasileira de Letras (ALB). Os fundadores preferiram que a academia fosse formada apenas por homens seguindo o modelo da Academia Francesa. No lugar da escritora colocaram o marido dela Filinto de Almeida. A escritora com o seu talento fez sucesso na literatura brasileira com as suas obras infantis, romances, crônicas e peças teatrais. Filha de imigrantes portugueses morou na sua infância na cidade de Campinas. A partir de 1881 publicou as suas primeiras obras no jornal Gazeta de Capinas. Depois de 1884 ela escreveu no para a revista A Mensageira, São Paulo entre 1887-1900. Os seus textos publicados nos jornais divulgaram a república, abolição e direitos civis. Por ser inteligente promoveu inovações na literatura infantil na sua primeira obra Livros Infantis – 1886 com textos em prosa e verso voltados as crianças. A escritora escreveu várias peças de teatro. Nomearam Julia Lopes como patrona de uma instituição cultural feminina com o nome dela. O Grêmio Julia Lopes publicou mensalmente a revista A Violeta. A própria patrona contribuiu e publicou inúmeros textos nesta produção literária. A revista A Violeta foi publicada mensalmente para as mulheres de 1916-1950. Principais obras de Julia Lopes de Almeida: A Família Medeiros – 1892, A Viúva Simões – 1897, A Falência – 1901, Pássaro Tonto – 1934, Traços e Iluminarias – 1887, Ânsia Eterna – 1903, Era Uma Vez – 1917, Teatro – 1917, O Livro das Noivas – 1898, Livro das Donas e Donzelas – 1906, Jornada no meu País – 1920, Histórias de Nossa Terra – 1907, Contos Infantis parceria com Adelina Lopes Vieira – 1886, A Arvore parceria com Afonso Lopes de Almeida.

Bibliografia:

Julia Lopes de Almeida – Wikipédia, e enciclopédia livre

domingo, 14 de abril de 2024

O Futuro dos Jovens na Sociedade

A juventude é um patrimônio valioso no mundo. A sociedade deve incentivar os jovens em participarem da vida ativa nas comunidades onde vivem. Porque precisam estar preparados para enfrentarem com sucesso os desafios da vida. Os valores éticos, morais, sociais, profissionais, culturais e religiosos são transmitidos para os jovens. Futuramente a juventude trabalhará e governará o mundo. Existe preocupações e previsões de que os jovens construam uma sociedade melhor e convivam dignamente com os seus pais e avôs. Devem ser preservadas as famílias fundadas no amor, felicidade e dialogo. As próximas gerações precisam valorizar o trabalho e a vida. Com o passar do tempo mudam-se os costumes e valores, mas devem ser valorizadas a família, escola, educação, religião, paz, saúde, amor e felicidade. O homem quando nasce geralmente torna-se membro de uma família. Conforme convive na sociedade frequenta outros grupos como os de amizade, escola, igreja e grupos profissionais. Conforme o conhecimento de novos valores o homem adapta-se ao meio, satisfaz as suas necessidades e desejos. A sociedade precisa preparar as novas gerações a viverem num mundo de competição e transparência onde todos serão beneficiados com as suas qualidades. A primeira fase de socialização da criança, adolescente e jovem começa na família. A juventude aprende os valores universais na sua convivência com os seus familiares. Na escola desde a infância os alunos aprendem a educação, formação profissional, atividades socioculturais fundamentais para a formação de personalidade da pessoa humana. A igreja, grupos tecnológicos, sistemas econômicos e filosóficos mostram que o homem deve conviver socialmente e honestamente com os seus semelhantes em todas as fases de sua vida. O ser humano encontrará a felicidade fazendo boas ações e seguindo os ensinamentos de Deus.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Juventude. Para um Futuro Melhor. 

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Raimundo Correia

Destacou-se como um juiz e poeta brasileiro (1859-1911). Raimundo Correia participou na formação da Academia Brasileira de Letras. O juiz fez o curso secundário no Colégio Pedro II. Terminou o curso de direito na Faculdade de Direito de São Paulo. Raimundo Correia trabalhou como juiz de direito no Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ele se revelou como poeta com a publicação do seu primeiro livro Primeiro Sonhos, pois recebeu inspirações poéticas de Casimiro de Abreu e Castro Alves. A partir de 1883 escreveu parnasianismo com a edição do livro Sinfonias. Os seus poemas relatam a perfeição da formação dos objetos além de transmitirem o pessimismo. Principais obras de Raimundo Correia: Primeiros Socorros – 1879, Sinfonias – 1883, Versos e Versões – 1887, Aleluias – 1891, Poesias – 1898.

Bibliografia:

Raimundo Correia – Wikipédia, a enciclopédia livre

 

domingo, 7 de abril de 2024

A Ética da Responsabilidade

Na atividade politica o cidadão que se tornou candidato antes das eleições em diversas ocasiões engana os eleitores para conseguir ser eleito a determinado cargo político. A população anônima acredita que o seu candidato irá solucionar diversos problemas sociais. Através da ética da responsabilidade política o candidato precisa assumir os seus erros e procurar ameniza-los perante os eleitores que confiaram nele. A conduta digna de um político proporciona bons resultados a si mesmo e a população. Os seus projetos, cargos, funções e objetivos trarão diversos benefícios a sociedade. O cidadão politico honesto durante o seu mandato ou depois que deixar o cargo recebe elogios do povo pela sua competência e valores. Determinados candidatos políticos se lembram da população apenas antes das eleições. Nunca assumem os seus erros e não procuram repara-los. A ética da responsabilidade deve ser assumida por todos os cidadãos. As pessoas possuem os seus direitos, mas devem assumir com responsabilidade os próprios atos.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Assumir os Erros com Dignidade e Humildade.   

quarta-feira, 3 de abril de 2024

Alberto de Oliveira

Destacou-se como um poeta do Parnasianismo (1857-1937). Alberto de Oliveira ajudou na fundação da Academia Brasileira de Letras. Na sua juventude o poeta escreveu a sua primeira poesia Canções Românticas em 1884. Alberto de Oliveira terminou o curso de farmácia no ano de 1883. Trabalhou como professor de português e literatura brasileira no Colégio Pio-Americano e Escola Normal.  O poeta parnasiano usou uma linguagem objetiva contendo sentimentos e perfeição. Descreveu como temas a própria poesia, natureza, amor e objetos de arte. A poesia parnasiana possui o formato formal e linguístico, valoriza a arte pela arte. Os poetas buscaram inspirações nas poesias clássicas do barroco e arcadismo português. Nas suas poesias Alberto de Oliveira descreveu e exaltou a natureza e a saudade. Escreveu em seus versos as flores, arvores, rios, matas e campinas do Brasil. Principais obras de Alberto de Oliveira: Canções Românticas – 1878, Meridionais – 1884, Sonetos e Poemas – 1895, Poesias – 1900, Poesias (segunda série) – 1905, Poesias (terceira série) 1913 – Poesias (quarta série) – 1927, Poesias Escolhidas – 1933.

Bibliografia:

Biografia de Alberto de Oliveira – eBiografia

 

domingo, 31 de março de 2024

Castro Alves

Destacou-se como um dos principais poetas da terceira geração do romantismo no Brasil (1847-1871). Castro Alves desde a sua infância demonstrou o seu amor pela poesia. Quando tinha treze anos proclamou a sua primeira poesia numa festa de escola. O poeta publicou no Jornal do Recife o poema A Destruição de Jerusalém. O poeta teve tuberculose em 1864 e conseguiu ser aprovado no curso de direito. Inspirado editou os seus poemas no livro O Futuro, num deles satirizou a academia e os estudos jurídicos. Em determinado dia com uma tosse descontrolada lembrou-se de sua mãe e dos poetas que faleceram com esta doença. Então ele escreveu Mocidade e Morte. Castro Alves viveu em várias cidades e teve romances com algumas mulheres. O poeta participou de uma caçada na floresta de Lapa, infelizmente ele deu um tiro de espingarda no seu pé direito em 1866. Devido ao ferimento precisou amputar o pé. Ele retornou a Salvador, como teve tuberculose faleceu em 6 de julho de 1871. Castro Alves é um dos maiores representantes do Romantismo. Nas suas poesias denunciou inúmeras dificuldades sociais de sua época, defendeu a justiça e liberdade. Criticou a escravidão, desenvolveu no romantismo uma denúncia social e revolucionaria e nomeado como O Poeta dos Escravos porque pediu a abolição da escravidão. Mas também foi o poeta do amor quando descreveu uma mulher real e bonita. Ele apoiou a beleza da natureza, utilizando como símbolos a grandeza do sol e da noite e os usou como sinais de liberdade e esperança. Principais obras de Castro Alves: A Canção do Africano, A Cachoeira de Paulo Afonso, A Cruz de Estrada, Amar e Ser Amado, Amemos! Dama Negra, As Duas Flores, Espumas Flutuantes, Minhas Saudades, O Coração, O Navio Negreiro, Os Anjos da Meia Noite, Vozes d’África.

Bibliografia:

Biografia de Castro Alves (poeta dos escravos) – eBiografia 

quarta-feira, 27 de março de 2024

Visconde de Taunay

Alfredo Maria d’Escragnolle Taunay é o verdadeiro nome deste homem nobre (1843-1899). Visconde de Taunay destacou-se como escritor, musico, professor, historiador, sociólogo brasileiro, engenheiro militar e político. Ele colaborou na fundação da Academia Brasileira de Letras (ABL), ocupou a cadeira nº13. Na Academia Brasileira de Música (ABM) tornou-se patrono da cadeira nº17. Visconde de Taunay foi membro de uma família aristocrática com descendência inglesa e francesa. Em 1858 o escritor formou-se em bacharelado de literatura no Colégio Pedro II. A partir dos quinze anos estudou física e matemática na Escola Militar de Aplicação. Em 1863 formou-se bacharel em matemática e ciências naturais. Visconde de Taunay participou da Guerra do Paraguai no cargo de engenheiro militar entre 1864-1870. A seguir retornou ao Rio de Janeiro, trabalhou de professor na Escola Militar. Tornou-se major em 1874. Visconde de Taunay foi eleito deputado pela província de Goiás. Conseguiu ser reeleito após três anos. O escritor foi eleito deputado pela província de Santa Catarina, em 1885 o nomearam presidente da província do Paraná. Ele ficou no cargo até maio de 1886, no mesmo ano tornou-se senador de Santa Catarina. Depois da proclamação da república o Visconde de Taunay afastou-se da política. Animado promoveu a arte brasileira em outros países. Como escritor escreveu obras de ficção, sociologia, história e música. A sua principal obra é o romance Inocência. Principais obras do Visconde de Taunay: Inocência – 1872, Lagrimas do Coração – 1873, Histórias Brasileiras – 1874, No Declínio – 1889, O Encilhamento – 1893.

Bibliografia:

Alfredo d’Escragnolle Taunay – Wikipédia, a enciclopédia livre 

domingo, 24 de março de 2024

Joaquim de Sousa e Andrade

Destacou-se como um poeta e escultor brasileiro (1833-1902).  Joaquim de Sousa e Andrade usou o nome artístico Sousândrade. O poeta estudou os cursos de letras e engenharia de minas em Sorbonne, Paris. Defensor e militante mudou-se para os Estados Unidos em 1871. Neste país publicou o seu livro poético O Guesa. Depois da proclamação da república do Brasil ele retornou ao Maranhão. Tornou-se presidente da Intendência Municipal de São Luís em 1890. O poeta reformou o ensino, abriu escolas mistas, desenhou a bandeira do Estado do Maranhão. No mesmo ano tornou-se presidente da comissão que preparou o projeto de Constituição Maranhense. Ele faleceu em São Luís na miséria e esqueceram as suas obras. No início de 1960 os poetas e irmãos Augusto de Campos publicaram a revisão de Sousândrade por ser uma obra original do romantismo brasileiro com temas históricos. Principais obras de Joaquim Sousa de Andrade: Harpas Selvagens – 1857, Guesa Errante – 1858-1888, Harpa de Ouro – 1888-1889, Novo Éden – 1893.

Bibliografia:

Sousândrade – Wikipédia, a enciclopédia livre, Sousândrade – Toda Matéria 

quarta-feira, 20 de março de 2024

Casimiro de Abreu

Destacou-se como um poeta brasileiro do segundo período do romantismo (1839-1860). Cassimiro de Abreu foi filho de um fazendeiro que nasceu na fazenda de Prata, Serra do Macaé, perto de Nova Friburgo. Ele estudou o primário no Instituto Freese de Nova Friburgo do onze aos treze anos. Cassimiro de Abreu com treze anos mudou-se no Rio de Janeiro, ajudou o pai dele no comercio. Em 1853 o poeta estudou em Portugal, retornou ao Brasil em 1857. Animado trabalhou no armazém de seu pai e levou uma vida boêmia. Escreveu textos a alguns jornais, publicou as suas poesias no livro Primaveras em 1859. Como teve tuberculose morou na fazenda do seu pai Indaiaçu, atualmente tornou-se a cidade com o nome do poeta. Cassimiro de Abreu morou neste lugar até quando faleceu. O poeta com a sua linguagem simples e espontânea é um dos principais poetas do romanismo brasileiro. Após o seu falecimento os seus poemas ficaram famosos com diversas edições no Brasil e Portugal. Principais obras de Casimiro de Abreu: Fora da Pátria – 1855, Minha Mãe – 1855, Saudades – 1850, Camões e o Jau – 1856, Meus Oito Anos – 1857, Longe do Lar – 1858, Treze Cantos – 1858, Carolina – 1856, A Cabana – 1858, As Primaveras – 1860.

Bibliografia:

Casimiro de Abreu – Wikipédia, a enciclopédia livre

 

domingo, 17 de março de 2024

A Educação na Convivência Social

A educação desempenha um papel importante na sociedade. A educação escolar ajuda na formação da pessoa como cidadão livre, ativo e responsável pelos seus próprios atos. A escola valoriza a dignidade do homem, pois a sua educação beneficia o próprio ser humano, família e sua convivência na sociedade. O projeto educativo de Pinheiro Ferreira incentiva o aluno em seguir os seus próprios desejos e qualidades. No final do século XVIII a filosofia com incidência educativa valorizou os princípios e valores. Apoiou os direitos de todos os cidadãos. O homem tem o direito de escolher a sua própria profissão. A partir do seu trabalho deve viver honestamente na sociedade. A obra filosófica de Pinheiro Ferreira recebeu influencia francesa e divulgou no Brasil uma doutrina politica e liberal. As ideias deste filosofo analisaram os problemas sociais de sua época. Todos os cidadãos possuem os mesmos direitos e deveres. A educação inicia-se na família e desenvolve-se na escola de acordo com a idade dos alunos. O processo educativo da escola proporciona uma educação de qualidade aos estudantes.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Educação na Organização Social.

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 13 de março de 2024

Junqueira Freire

Destacou-se como um poeta brasileiro e pertenceu ao segundo período do Romantismo (1832-1855). As suas obras líricas apresentam temas religiosos, amorosos, filosóficos, populares e algum poema social declamatório. Principais obras de Junqueira Freire: Inspirações do Claustro – 1855, Contradições Politicas, Tratado de Eloquência Nacional e Ambrósio.

Bibliografia:

Junqueira Freire – Wikipédia, a enciclopédia livre  

domingo, 10 de março de 2024

Valores e Princípios na Sociedade

Os jovens possuem atitudes, valores e princípios. A sociedade precisa incentivar a juventude em estudar, adquirir conhecimentos científicos e tecnológicos para melhorar a fraternidade no mundo. A generosidade e o objetividade dos jovens transmitem a sociedade novos valores na convivência dos cidadãos. Silvestre Pinheiro Ferreira (1769-1846) viveu numa época onde o homem passou por profundas transformações. Aconteceu a revolução industrial com o fortalecimento de bens e serviços. Este processo industrial favoreceu a tecnologia e economia da Europa. Desde o século XIX até os dias atuais a Europa possui uma importante influencia no domínio mundial. A independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa de 1789 incentivaram revoluções e emancipações politicas de diversos países. Desde aquela época a Filosofia das Luzes defendeu a igualdade, liberdade, fraternidade e humanismo. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão promoveu os valores da igualdade, direitos individuais, liberdade de pensamento e expressão. No século XVIII intensificou os estudos e o progresso cientifico auxiliado pela matemática, astronomia, física e química. Inventaram a maquina a vapor, prevenção e cura de doenças. Os franceses e ingleses realizaram importantes explorações cientificas no oceano Pacifico.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Valores de Filosofia das Luzes.

  

sexta-feira, 8 de março de 2024

Dia Internacional da Mulher

No dia 08 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Esta    data foi celebrada pela primeira vez em 1911 incentiva por Clara Zetkin aprovada no congresso da Internacional Socialista em 1910. Depois que as operarias russas terminaram a greve no dia 08 de março de 1917 passaram a celebrar o evento nesta data. A Organização das Nações Unidas oficializou o dia 08   março como o Dia Internacional da Mulher em 1975. A partir da segunda metade do século XX a mulher alcançou vários direitos. A mulher esta preparada para trabalhar em todas as atividades desenvolvidas para o homem. Mas o homem não consegue fazer certos serviços destinados apenas a mulher. O homem e a mulher são indispensáveis para a perpetuação do ser humano. A população feminina luta pela igualdade de oportunidades e direitos na sociedade. Desde o surgimento da humanidade a mulher exerceu um papel fundamental no mundo destacando-se de acordo com a época e país que viveu. As oportunidades de emprego devem ser iguais ao homem e a mulher independente dos seus objetivos pessoais. Nas organizações publicas e privadas metade das mulheres conseguiram alcançarem altos cargos executivos por mérito próprio. O homem e a mulher são iguais, ambos contribuem para conviverem em uma sociedade melhor. A ascensão da mulher na sociedade é um fenômeno irreversível no trabalho e na comunidade. O homem se destaca ao lado da mulher onde o casal forma uma família e se complementam com os filhos. A mulher como mãe cuida e educa os seus filhos com amor. A felicidade da mulher não é competir com o homem. Ambos possuem os mesmos direitos e deveres. A mulher na carreira profissional, companheira e mãe luta e defende os seus objetivos pessoais e familiares. Em parceria com o homem ajuda a construir uma sociedade mais pacifica com justiça e fraternidade.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Ascenção da Mulher. 

quarta-feira, 6 de março de 2024

Manuel Antônio de Almeida

Destacou-se como um escritor, médico e professor (1830-1861). Manuel Antônio de Almeida terminou o curso de medicina em 1855. Devido aos problemas financeiros nunca trabalhou como médico. O escritor atuou em letras e jornalismo. Tornou-se redator do jornal Correio Mercantil no qual escreveu um suplemento. Neste jornal publicou nas folhas de folhetins a sua única obra em prosa Memórias de um Sargento de Milicias em capítulos entre 1852-1853. O escritor frequentou a primeira sociedade carnavalesca o Congresso das Sumidas Carnavalescas do Rio de Janeiro inaugurado em 1855. Ele trabalhou como diretor da Tipografia Nacional a partir de 1858. Principal obra de Manuel de Manuel Antônio Bandeira: Memórias de um Sargento de Milicias.

Bibliografia:

Manuel Antônio de Almeida – Wikipédia, a enciclopédia livre

         

domingo, 3 de março de 2024

Cidadão Luso-Brasileiro

As ideias de Silvestre Pinheiro Ferreira (1769-1846) foram fundamentais para a filosofia, educação e formação da cidadania luso-brasileira. Com as suas ações políticas, sociais e filosóficas este nobre homem se preocupou com a intervenção social, política, educativa e social de Portugal e Brasil. Como diplomata durante a sua permanência no Brasil justificou-se como uma atitude solidaria e moral as importantes autoridades políticas. Ele se preocupou com o futuro das duas nações. Silvestre Pinheiro Ferreira afirmou que os problemas políticos e sociais serão amenizados com o diálogo, democracia e solidariedade. Através de cedências reciprocas os países conseguem a dignidade humana, terminam os conflitos e utilizando o diálogo atingem os seus objetivos. Este cidadão luso-brasileiro deixou conhecimentos de valores e princípios as sociedades modernas. O ser humano com o seu próprio esforço não aceita os preconceitos e o autoritarismo. Realiza seus objetivos nos processos legítimos, transparentes e nunca prejudicam os semelhantes.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Figura Relevante Luso-brasileira. 

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Alvares de Azevedo

Destacou-se como um poeta, contista, dramaturgo e admirador da literatura gótica do Brasil (1831-1852). Alvares de Azevedo pertenceu a segunda geração romântica brasileira. Em suas obras relatou as noções opostas como amor e morte, platonismo e sarcasmo, sentimentalismo e pessimismo. Alvares de Azevedo estudou na Faculdade de Direito de São Paulo a partir de 1847 e ficou famoso com as suas obras literárias. O poeta teve tuberculose pulmonar e faleceu em 1852. Grandes escritores influenciaram o dramaturgo como Alfred de Musset, Goethe e François René. Principais obras - de Alvares de Azevedo: Lira dos Vinte Anos – 1853, Macário – 1855, Noite na Taverna – 1855.

Bibliografia:

Alvares de Azevedo – Wikipédia, a enciclopédia livre

 

 

domingo, 25 de fevereiro de 2024

Bernardo Guimarães

Destacou-se como um romancista e poeta brasileiro (1825-1884). O escritor estudou na Faculdade de Direito de São Paulo, terminou o curso em 1851. Nomearam Bernardo Guimarães juiz municipal e de órfãos em Catalão, Goiás de 1852 a 1854. O escritor morou no Rio de Janeiro em 1858, trabalhou de jornalista e crítico literário. Voltou a Catalão e retornou ao cargo de juiz municipal. Morou no Rio de Janeiro em 1864. A seguir o nomearam professor de retórica e poética do Liceu Mineiro, Ouro Preto em 1866. O poeta casou-se no ano seguinte, lecionou latim e francês em Queluz, Minas Gerais a partir de 1873. O imperador Dom Pedro II homenageou este escritor e poeta brasileiro. Bernardo Guimarães em suas poesias utilizou o burlesco e o satírico. Ele tornou-se um precursor do surrealismo brasileiro. Devido ao seu talento na sua época foi lido, admirado e conhecido pelos leitores. O seu livro mais famoso é A Escrava Isaura. O romance se tornou uma telenovela na Rede Globo de 1976 a 1977 e a Rede Record em 2004. Diversos críticos consideram esta obra como antiescravista. Principais obras de Bernardo Guimarães: Cantos de Solidão – 1852, Inspirações da Tarde – 1858, O Ermitão de Muquém – 1860, A Voz do Pajé – 1860, Lendas e Romances – 1871, O Garimpeiro – 1872, Histórias e Tradições da Provincia de Minas Gerais – 1872, O Seminarista – 1872, O Índio Afonso – 1872, A Escrava  Isaura - 1875,  Ilha Maldita – 1879, O Pão de Ouro – 1879, Filhas do Outono – 1883, Rozaura, a Enjeitada – 1883, O Bandido do Rio das Mortas, Dança dos Ossos.

Bibliografia:

Bernardo Guimarães – Wikipédia, a enciclopédia livre 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Gonçalves Dias

Destacou-se como poeta, jornalista, professor e teatrólogo brasileiro (1823-1864). Devido ao seu talento tornou-se um notável poeta indianista da Primeira Geração Romântica. Gonçalves Dias foi aclamado como um dos principais poetas da literatura brasileira. Valorizou o índio na literatura nacional. Filho de um comerciante português e de uma mestiça colaborou com o seu pai no comercio. Um professor particular colaborou com a sua educação. Como poeta participou contra a independência do Brasil e se mudou para Portugal em 1838. A partir de 1840 quando estudou na Universidade de Direito em Coimbra conheceu os escritores Alexandre Herculano e Almeida Garrett. Depois que se formou em direito retornou ao Maranhão em 1845. No ano seguinte mudou-se ao Rio de Janeiro. Trabalhou em 1849 como professor de latim e história no Colégio Pedro II. Publicou obras no Jornal do Comercio, Gazeta Mercantil e Correio da Tarde. Ajudou na inauguração da Revista Literária Guanabara. Quando o poeta voltou ao Maranhão se apaixonou por Amélia do Vale. Como era mestiço a família dela não aprovou o casamento do casal. Gonçalves Dias trabalhou de oficial da Secretaria de Negócios Estrangeiros e viajou diversas vezes a Europa. No dia 10 de setembro de 1864 o navio onde o poeta viajou naufragou na costa do Maranhão e ele faleceu. Gonçalves Dias escreveu parte de suas obras enquanto viveu em Coimbra. Destacou-se na Primeira Geração dos poetas românticos brasileiros. Nos seus poemas épicos e líricos apresentou de temas o índio, natureza, amor, pátria e religião. Tornou-se um famoso poeta indianista. Principais obras de Gonçalves Dias: Canção do Exilio – 1843, Meditação – 1845, Primeiros Cantos – 1847, Segundos Cantos – 1848, Últimos Cantos – 1851, Dicionário da Língua Tupi – 1858, Canção de Tamoio, Canto da Morte, Meu Anjo, Escuta, O Canto do Guerreiro, O Canto do Índio.

Bibliografia:

Biografia de Gonçalves Dias – eBiografia 

domingo, 18 de fevereiro de 2024

Joaquim Manuel de Macedo

Destacou-se como um médico, professor, escritor, poeta, romancista e jornalista (1820-1882). Joaquim Manuel de Macedo formou-se em medicina no Rio de Janeiro em 1842. No mesmo ano publicou o seu primeiro romance A Moreninha. O escritor trabalhou de médico, jornalista e professor de geografia e história no Colégio Pedro II. Em 1845 ele se tornou socio e inaugurou o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Associado ao Gonçalves Dias e Manuel de Araújo abriram a revista Guanabara em 1849. Joaquim Manuel de Macedo deixou de ser médico e se tornou professor dos filhos da princesa Isabel. A partir da segunda metade do século XIX o escritor afirmou ser espirita e admirou Allan Kardec. Este notável médico, professor e romancista participou efetivamente na política como membro do Partido Liberal. Atuou de deputado provincial em 1850, 1853, 1854-1859 e deputado geral de 1864-1868 e 1873-1881. Devido ao seu talento ele escreveu dezoito romances, dezesseis peças de teatro e um livro de contos. Principais Obras de Joaquim Manuel de Macedo: A Moreninha – 1844, O Moço Louro – 1848, O Cego – 1849, O Forasteiro – 1855, O Primo da California – 1858, Luxo e Vaidade – 1860, Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro, 2 Volumes – 1862-1863, A Torre em Concurso – 1863, A Luneta Magica – 1869, A Namoradeira – 1872, Misteriosa – 1872, A Baronesa do Amor – 1876, Memorias da Rua do Ouvidor – 1876, Mulheres Célebres – 1878, Antônia da Silva – 1880.

Bibliografia: 

Joaquim Manuel de Macedo – Wikipédia, a enciclopédia livre

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

Martins Pena

Destacou-se como um escritor, funcionário público e crítico teatral (1815-1848). Martins Pena tornou-se o principal representante do teatro brasileiro. O pai do escritor faleceu quando ele tinha um ano e ficou órfão de mãe com dez anos. A família materna educou o menino e foi instruído para trabalhar na área do comercio. Quando atingiu a maioridade trabalhou como funcionário público e dramaturgo. O autor a partir de 1835 estudou na Academia de Belas Artes e aprendeu inglês, francês e italiano. Depois de três anos conseguiu o cargo de amanuense, em 1843 o transferiram para a Secretaria de Estados dos Negócios Estrangeiros. A partir de 1847 tornou-se adicto na delegação brasileira em Londres. Infelizmente o escritor contraiu tuberculose e faleceu no dia 7 de dezembro de 1848 em Lisboa. Martins Pena escreveu nas suas obras no início de sua carreira melodramas. Além de ter se destacado no teatro brasileiro entrou na literatura brasileira como pai da comedia de costumes. O dramaturgo escreveu peças cômicas e comedia de costumes. Martins Pena em suas obras analisou a sociopolítica, mostrou as diferenças entre o meio urbano e o rural. Principais obras de Martins Pena: O Juiz de Paz na Roça – 1837, O Dilatante – 1844, As Desgraças de uma Criança – 1845, O Noviço, comédia de três atos – 1845.

Bibliografia:

Martins Pena: biografia, características, obras – Brasil Escola.

Martins Pena – Wikipédia, a enciclopédia livre

 

domingo, 11 de fevereiro de 2024

Tomás Antônio Gonzaga

Destacou-se como um poeta, jurista e ativista político (1744-1810). Filho de mãe portuguesa nasceu em Miragaia próxima da cidade do Porto.  Quando completou um ano depois do falecimento de sua mãe o pai mudou-se para Pernambuco em 1751. O poeta voltou a Portugal em 1761 e estudou direito na Universidade de Coimbra. Tomás Antônio Gonzaga retornou ao Brasil em 1782, trabalhou de comarca em Vila Rica, atual Vila Rica. Enquanto ele morou em Minas Gerais escreveu o poema satírico Cartas Chilenas. Devido a sua participação na Inconfidência Mineira foi preso em 1789. O poeta cumpriu três anos de reclusão na Fortaleza das Cobras no Rio de Janeiro. A seguir o enviaram a Moçambique, África cumprir a sentença de dez anos. No país africano ele trabalhou de advogado, ficou hospedado na casa de um comerciante e se casou com a filha dele Juliana de Souza Mascarenhas. Tomás Antônio Gonzaga publicou em Lisboa a primeira parte de Marilia de Dirceu com trinta e três liras no ano de 1792. Editou a segunda parte do poema Marilia de Dirceu em 1799. A poesia deste poeta possui características árcades e neoclássicas como o pastoril, a natureza e o equilíbrio. As suas obras descrevem características pré-românticas, especialmente a segunda parte de Marilia de Dirceu. Como foi escrito na prisão demonstra as confissões de sentimentos pessoais e descrição de paisagens brasileiras. Como ele conviveu com o Iluminismo e o seu estilo se preocupou em amenizar as divergências e diminuir os conflitos. Escreveu a sua versão literária com o seu próprio estilo. Tomás Antônio Gonzaga se tornou o personagem de uma telenovela e de dois filmes. Principais obras de Tomás Antônio Gonzaga:  Marilia de Dirceu e Cartas Chilenas.

Bibliografia:

Tomás Antônio Gonzaga – Wikipédia, a enciclopédia livre  

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Gregório de Matos

Destacou-se como um advogado e poeta do Brasil Colonial (1639-1696). Gregório de Matos se tornou um poeta famoso do período barroco no Brasil e Portugal. Ele usou sátiras em suas poesias. Diversos leitores o consideraram um poeta maldito. Recebeu os apelidos de Boca do Inferno e Boca de Brasa, da época, produtos locais, geográficos e sociais. Membro de família estudou no Colégio dos Jesuítas na Bahia em 1642. O poeta continuou estudando em 1650, formou-se na Universidade de Coimbra em 1661. A seguir destacou-se como advogado nas Cortes de Lisboa. Retornou ao Brasil e trabalhou como desembargador de Relação Eclesiástica da Bahia. Em 1682 Gregório de Matos ficou famoso em Portugal como um poeta satírico e improvisador. O novo arcebispo o afastou do cargo porque ele não usou a batina. O poeta satirizou os costumes de todas as classes sociais baianas. Escreveu poesias corrosivas e eróticas. Devido aos seus poemas teve inimigos e foi deportado para a Angola. Como ajudou o governo local no combate de uma conspiração pode retornar ao Brasil. Ele faleceu no Recife vítima de uma febre contraída em Angola. Gregório de Matos criticou a Igreja Católica e a cidade de Salvador. As suas obras tornaram-se modernas e satíricas para e época além de possuir erotismo em diversos poemas. O historiador Francisco Adolfo de Vamhagem publicou trinta e nove poemas na coletânea Florilégio da Poesia Brasileira em Lisboa – 1850. Afrânio Peixoto editou esta obra entre 1923 a 1933 em seis volumes na Academia Brasileira de Letras. Principais obras de Gregório de Matos: Pica-Flor, Anjo Bento, Senhora Dona Bahia, Descrevo que era Realmente Naquele Tempo a Cidade da Bahia, A Senhora da Madre de Deus indo lê o Poeta, Impaciência do Poeta, Buscando o Cristo, Triste Bahia.

Bibliografia:

Gregório de Matos – Wikipédia, a enciclopédia livre 

domingo, 4 de fevereiro de 2024

Ali Babá e os Quarenta Ladrões

Existe diversas versões desta estória, na mais famosa Ali Babá trabalhou de lenhador numa cidade do Oriente. Certo dia enquanto estava trabalhando ouviu barulho de cavalos e se escondeu perto de um oásis. Ele viu quarenta homens montados em cavalos carregados de arcas, cofres e sacos. O chefe do grupo falou algumas palavras magicas e uma rocha grande levantou-se. Os homens entraram na caverna com os animais. Passado algum tempo eles saíram com os cavalos sem nenhuma carga. O líder deles recitou outras palavras magicas, a pedra fechou a entrada do esconderijo e foram embora. Ali Babá curioso entrou na gruta, surpreso viu um tesouro. Ansioso pegou algumas moedas de ouro. No dia seguinte ele contou este segredo ao irmão Ali Mansur. Ambicioso aquele homem entrou no esconderijo da pedra magica e foi morto pelos bandidos. Ali Babá encontrou aquele corpo e o colocou na mula do seu irmão. No caminho ele viu que Ali Mansur colocou em dois cestos carregados pela mula uma parte do tesouro. Depois que sepultaram o corpo do irmão Ali Babá ficou com aquelas joias e as vendeu. Os ladrões retornaram na caverna no dia seguinte, procuraram o homem e a mula na gruta e não os encontrou. No mês seguinte um dos ladrões viu que Ali Babá ficou rico repentinamente e contou ao seu chefe. O líder da quadrilha pegou vinte mulas, cada animal carregou dois jarros de barro grandes e disfarçado de mercador de azeite foi na casa do inimigo. Ali Babá o convidou para jantar e dormir na sua residência. Ele mandou a sua esposa Samira fazer o jantar. Enquanto aquela mulher preparou a comida descobriu que os trinta e nove ladrões estavam escondidos nos potes gigantes e o chefe deles era o mercador hospedado em sua casa. Samira pediu ajuda dos guardas do palácio do sultão. Os soldados prenderam os quarenta ladrões de Sésamo. Ali Babá contou ao sultão onde aqueles bandidos guardaram o tesouro. O sultão deu parte daquela riqueza ao Ali Babá e ajudou as pessoas carentes da cidade.

Bibliografia:

historiasqueminhaavocontava/ali-baba-e-os-quarenta-ladroes           

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Robin Hood

Destacou-se como herói medieval da Inglaterra no século XII. Robin Hood tornou-se um ladrão porque roubou dos nobres e deu aos carentes. Este herói viveu quando o rei Ricardo Coração de Leão governou a Inglaterra e aconteceu as Cruzadas. Ele soube usar o arco e a fecha, viveu na floresta de Sherwood. Junto com alguns amigos formaram um grupo de ladrões, os seus membros foram João Pequeno, Frei Tuck, Allan Dale, Will Scarlet e vários moradores do bosque. Robin Hood amou a liberdade e o espirito aventureiro, ficou conhecido como o príncipe dos ladrões. Na estória mais popular Robin Hood chamou-se Robin de Locksley. Depois que lutou junto com o rei Ricardo em uma cruzada retornou para casa. Quando chegou ao lar encontrou o seu feudo destruído pelos regentes, com leis abusivas e proibiu a caça. Revoltado ele não aceitou o domínio dos tiranos. Robin Hood tinha conhecimentos de cavalaria, arquearia e liderança, uniu-se com alguns amigos e formaram um bando de foras da lei. Combateram a ambição dos nobres, roubaram de quem tinha dinheiro e deram aos que passaram por dificuldades em sobreviverem. Robin Hood usou roupas verdes e um chapéu cônico com uma pena usado na Antiguidade. Este herói lutou e venceu o príncipe João. Apaixonado casou-se com Lady Marian, sobrinha do imperador. O rei Ricardo Coração de Leão retornou a Inglaterra, nomeou Robin Hood seu cavaleiro. Este herói voltou a ser nobre. O guerreiro valente se existiu viveu entre 1250 a 1300. Robin Hood foi personagem do poema épico Piers Plowmen, escrito por Willian Langad em 1377. No livro Gesto de Robin Hood publicado em 1400 narrou diversas estórias desta lenda. Este herói medieval espalhou-se pelo mundo em poemas e teatro. Ficou famoso depois que o escritor francês Alexandre Dumas escreveu dois romances com este personagem. Fizeram inúmeros filmes de Robin Hood e os exibiram no cinema. A televisão transmitiu inúmeras series e desenhos animados com este herói. Robin Hood continuou aparecendo em outros meios de comunicações.

Bibliografia:

Robin Hood – Wikipédia, a enciclopédia livre 

quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Rei Artur

Destacou-se como líder britânico nas histórias medievais. Defendeu a Grã-Bretanha dos invasores saxões no final do século V e início do século VI. A sua existência foi contestada pelos historiadores modernos. As histórias Arturianas estão presentes no folclore e nas obras literárias. Escreveram o nome do rei Artur em alguns textos medievais. Este lendário líder ficou famoso quando se tornou personagem da crônica História dos Reis da Bretanha escrita pelo religioso galês Godofredo de Monmouth. Antes da publicação desta obra comporão poemas e contos galeses-bretões onde o guerreiro Artur defendeu a Bretanha dos inimigos humanos e sobrenaturais. Em alguns poemas o associaram ao paraíso celta do Outro Mundo Annwn. Diversos temas e o personagem do rei Artur variam de acordo com os diferentes textos. A crônica de Godofredo publicada em 1138 tornou-se a versão completa deste guerreiro valente. A obra do padre galês mostrou que o rei Artur derrotou os saxões e fundou o seu reino na Bretanha, Irlanda, Islândia, Noruega e Gália. Na crônica de Godofredo apareceram o pai do rei Uther Pendragon, o mago Merlin, a esposa Genebra, a espada Excalibur, o seu nascimento no castelo de Tintagel, a luta final em Camlann contra o adversário Mordred e a recuperação dos seus ferimentos em Avalon. O escritor francês Chrétien de Troyes no século XII introduziu na estória Lancelote e o Santo Graal. Este autor mostrou que os romances Arturianos eram obras importantes da literatura medieval. Essas estórias francesas narraram o Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda. A literatura Arturiana fez sucesso na Idade Média, ficou esquecida nos séculos seguintes, mas ressurgiu no século XIX. As aventuras do rei Artur continuam no século XXI. Encontramos este personagem nos livros, teatro, cinema, televisão e outros meios de comunicações.

Bibliografia:

Rei Artur – Wikipédia, a enciclopédia livre  

domingo, 21 de janeiro de 2024

Confiança, Segurança e Felicidade do Ser Humano

A infelicidade afeta negativamente o ser humano em sua vida pessoal e profissional. A confiança em si mesmo e nos seus semelhantes derruba as barreiras e abre novos oportunidades as pessoas no estudo e trabalho. O homem se sente feliz e realizado quando mostra as suas capacidades em seus projetos, princípios e valores. A infelicidade traz resultados negativos numa família e na vida social de uma pessoa. A confiança ajuda na cooperação e segurança no estudo, trabalho e lazer. De acordo com o Código do Trabalho de Portugal o empregador deve promover o desenvolvimento e a qualificação do trabalhador visando aumentar a produtividade e competividade na empresa. Confiança, segurança e felicidade são os três valores humanos que promovem novas oportunidades na vida do homem. Na ascensão profissional o trabalhador precisa atingir os objetivos da organização empregadora e ganhar a confiança da equipe de trabalho. A humildade associada a competência de cumplicidade ajuda a assumir os próprios erros e reconhecer as dificuldades no serviço. Confiança e segurança colaboram no progresso sustentável na vida pessoal, familiar e profissional. A intervenção humana na sociedade ajuda a diminuir ou aumentar os problemas sociais. Os próprios atos de uma pessoa mostram quais são os seus objetivos na vida.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2024). Confiança. Segurança. Felicidade.