domingo, 20 de janeiro de 2019

Okakura Kakuzõ

Destacou-se com escritor, pintor, intelectual e estudioso japonês das artes (1862-1913). Contribuiu para o desenvolvimento das artes no Japão. Okakura Kakuzõ nasceu no dia 14 de fevereiro de 1862 em Yokohama. O pai dele era um comerciante de seda em Fukui. Ele aprendeu inglês enquanto estudou numa escola missionaria cristã.
Okakura Kakuzõ com quinze anos ingressou na Universidade de Tóquio. Em 1889 ajudou a fundar o jornal Kokka. Em 1887 foi um dos fundadores da Escola de Artes de Tóquio Tõkyõ Bijutsu Gakkõ. Fundou o Instituto de Arte do Japão. Escreveu os seus principais trabalhos em inglês. Estudou as artes tradicionais do Japão, viajou a Europa, Estados Unidos, China e Índia. Faleceu no dia 02 de setembro de 1913.
Em 1903 publicou o livro Os Ideais do Oriente com Especial Referencia à Arte do Japão destacando a história cultural e artística asiática. No ano seguinte editou a obra O Despertar do Japão. Okakura Kakuzõ ficou famoso no mundo como o autor de O Livro do Chá.

Bibliografia:
Okakura Kakuzõ – Wikipédia, a enciclopédia livre


  

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Murasaki Shikibu

Ela foi a autora de Genji Monogatari (A História dos Genji), no ocidente costumam chama-la de Lady Murasaki (973 ou 978 – 1014 ou 1031). Pois demonstrou o seu talento como romancista japonesa, poeta e dama de companhia na corte imperial Heian.
Murasaki Shikibu nasceu na residência de um erudito, demonstrou interesse pelos clássicos chineses e aprendeu a língua culta. Casou-se com vinte e poucos anos com o primo de segundo grau Fujiwara Nobutaka. Teve com ele a filha única Dani no Sanmi. O marido dela faleceu dois anos depois do casamento.
Após ter ficado viúva começou a escrever o livro Genji Monogatari. Em 1005 a convidaram para ser uma dama de companhia da Imperatriz Fujiwara no Shoshi, esposa do Imperador Ichijo. Ela escreveu um Diário, onde descreveu a vida cotidiana de uma mulher nobre da época Heian.
Lady Murasaki foi consagrada com a obra Genji Monogatari com 1100 páginas. Pois é considerada um dos 100 maiores gênios da literatura ao transmitir a cultura japonesa no livro A História dos Genji.

Bibliografia:
Murasaki Shikibu – Wikipédia, a enciclopédia livre

domingo, 13 de janeiro de 2019

Omar Khayyam

Ele foi um poeta, filosofo, astrônomo e matemático persa (1048-1131). Mas também pesquisou a geografia, mecânica e a música. Omar khayyam nasceu no dia 18 de março de 1048 em Nishapur, Irã. Faleceu no dia 04 de dezembro de 1131 em sua terra natal.
Omar Khayyam ensinou as teorias filosóficas de Ibm Sina (980-1037). Ele destacou-se nas poesias, em suas obras sobre a álgebra e matemática. Pois ficou famoso com os seus quartetos, são estrofes de duas linhas formadas por duas partes.
As analises das interpretações de uma coleção de quartetos de Omar khayyam são variadas. Alguns veem na obra um chamado para aproveitar a vida, outros indicam o reforço do pessimismo. O número de quartetos dele está entre 1200 a 2000 obras.

Bibliografia:
Rubaiyat de Omar Khayyam – Biblioteca Digital Mundial

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Allameh Ali Akbar Dehkhoda

Destacou-se como linguista iraniano e autor do dicionário Dehkhoda (1879-1956). Ele nasceu em 1876 no Irã. Trabalhou durante dois anos no jornal Sur-e Esrafil. O rei Mohmmad Ali Shah solveu o parlamento. Dehkhoda pediu asilo na Europa, continuou escrevendo artigos e editoriais. Em 1911 Mohmmad Ali Shah foi afastado do governo. Ele retornou ao país e se tornou um integrante do Majles.
Dehkhoda traduziu O Espírito das Leis de Montesquieu ao persa. Ele escreveu Provérbios e Mottos, publicou em quatro livros um dicionário francês-persa. A sua principal obra foi o Dicionário Dehkhoda, o maior dicionário persa editado em quinze volumes. Faleceu no dia 09 de março de 1956.
Este escritor pesquisou e trabalhou durante quarenta e cinco anos para publicar o dicionário. Dehkhoda escreveu na nota pessoal que o leitor estava usufruindo o fruto do esforço de muitas vidas para editarem aquela obra.

Bibliografia:
Ali-Akbar Dehkhoda – Wikipédia, a enciclopédia livre

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

As Festas de Final do Ano

Todos os anos entre os dias 24 a 31 de dezembro em quase todos os países do mundo acontecem as Festas de Final do Ano. No dia 25 de dezembro é comemorado do dia de Natal. No dia 31 de dezembro para o dia 01 de janeiro a meia-noite ocorre a mudança de ano no calendário. Neste período a reuniões familiares com alegria, paz e felicidade. Muitas pessoas comemoram os seus sonhos realizados, e outros recordam momentos felizes.
No dia de Natal os cristãos comemoram o nascimento de Jesus Cristo em especial nas celebrações religiosas. Independente do local, costumes e tradições esta época é um período especial do ano. Nos encontros familiares e de amigos a troca de presentes, as refeições são diversificadas, destacando-se as comidas da época. As residências, estabelecimentos comerciais, praças, ruas... são enfeitadas com decorações natalinas.
Durante as Festas de Final do Ano inúmeros seres humanos são generosos, solidários e compreensivos. Pois temos vários problemas sociais, por exemplo, famílias carentes, moradores de ruas, imigrantes, desempregados... Muitas organizações sociais e voluntários socorrem os mais necessitados.
Precisamos ser solidários e compreensivos todos os dias do ano para ajudarmos a construir um mundo melhor. Pois estaremos seguindo os exemplos de Jesus Cristo.
“Pois bem: eu, que sou o Mestre e o Senhor, lavei os seus pés; por isso vocês devem lavar os pés um dos outros. Eu lhes dei um exemplo: vocês devem fazer a mesma coisa que eu fiz (Jo 12,14-15).”
“Examinai tudo: abraçai o que é bom. Guardai-vos de toda a espécie de mal (1Ts 5,21-22).”
    
Bibliografia:
Bíblia Sagrada
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2018). Natal Humanista.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Guimarães Rosa

Considerado um dos melhores escritores brasileiros (1909-1967). A maioria dos seus contos ou romances são narrados no sertão brasileiro. As suas obras destacam-se pela introdução de novas linguagens: discursos populares e regionais.
Guimarães Rosa nasceu no dia 27 de junho de 1908 em Cordisburgo. Destacou-se como escritor, contista, diplomata e medico brasileiro. No dia 06 de agosto de 1963 foi eleito membro da Academia de Letras.
A sua principal obra Grande Sertão: Veredas destaca-se na literatura universal. Este livro é uma mistura de biografia e ficção, regionalismo e liberdade de inovações linguísticas. Palavras não descrevem esta obra, mais importante é lê-la para divertir-se com as aventuras de Riobaldo e Diadorim.
Este fantástico escritor foi indicado ao prêmio Nobel de Literatura. Ele teve ataque cardíaco e faleceu no dia 19 de novembro de 1967. Guimarães Rosa foi uma celebridade internacional pelo sucesso de Grande Sertão: Veredas na literatura latino-americana. Esta obra inovou a ficção regionalista demonstrando o talento e a criatividade deste celebre escritor.
Principais obras de Guimarães Rosa: Magma – 1936, Sagarana – 1946, Com o Vaqueiro Mariano – 1952, Corpo de Baile: Noites do Sertão – 1956, Grande Sertão: Veredas – 1956, Primeiras Estórias – 1962, Campo Geral – 1964, Tataméia – Terceiras Estórias – 1967, Estas Estórias (póstumo) – 1969, Ave, Palavra (póstumo) – 1970.

Bibliografia:
Guimarães Rosa – Wikipédia, a enciclopédia livre 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Machado de Assis

Considerado um dos melhores escritores da literatura brasileira (1939-1908). Pois escreveu peças de teatro, poesias, crônicas, contos e romances. Ele foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. Machado de Assis nasceu no dia 21 de junho de 1839 numa chácara no moro do Livramento, Rio de Janeiro. O pai dele era um mulato, pintor de paredes e a mãe uma lavadeira de origem portuguesa. Durante a infância ficou órfão de mãe, o pai se casou com outra mulher. Desejando ajudar a família vendeu doces.
Machado de Assis frequentou pouco tempo uma escola pública. Como era inteligente aprendeu francês com uma amiga. O pai dele faleceu em 1851. Ele frequentava a tipografia e livraria Francisco de Paula Brito, publicavam a revista Marmota Fluminense, onde publicou o seu poema Ela. No ano seguinte trabalhou de aprendiz de tipografo na Tipografia Nacional. Em 1858 retornou à livraria Francisco de Paula Brito como revisor.
Então pode colaborar com vários jornais e revistas, destacando-se a Revista Ilustrada, Jornal do Comércio e Gazeta de Notícias. Publicou o seu primeiro livro de poesias Crisálidas em 1864. Começou a trabalhar de funcionário publico em 1867. Casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais em 1869, a esposa o incentivava a escrever obras. Editou o seu primeiro romance Ressureição em 1872. Ele ajudou a instituir Academia Brasileira de Letras em 1896. Elegeram Machado de Assis presidente na primeira reunião.
A esposa dele faleceu em outubro de 1904. Pois sofreu e ficou entristecido por perder a amada companheira. Desejando homenageá-la escreveu o poema A Carolina. Machado de Assis morreu no dia 29 de setembro de 1908. Naquele dia o Brasil perdeu um dos seus melhores escritores, mas as suas obras serão eternas. Milhões de leitores e inúmeras gerações reconhecerão o talento a e criatividade deste nobre escritor.
Principais obras de Machado de Assis: Desencanto – 1961, Quase Ministro – 1864, Crisálidas – 1864, Os Deuses da Casaca – 1866, Contos Fluminenses – 1870, Falenas – 1870, Ressureição – 1872, Histórias da Meia Noite – 1873, A Mão e a Luva – 1874, Americanas – 1875, Helena – 1876, Iaiá Garcia – 1878, Memórias Póstumas de Brás Cubas – 1881, Papéis Avulsos – 1882, O Alienista – 1882, Histórias Sem Data – 1884, Páginas Recolhidas – 1889, Quincas Borba 1891, Várias Histórias – 1896, Dom Casmurro – 1899, Poesias Completas – 1901, Esaú e Jacó – 1904, Relíquias da Casa Velha – 1906, Memorial de Aires -  1908.

Bibliografia:
Biografia de Machado de Assis – eBiografia