sexta-feira, 19 de março de 2021

Homenagem ao Dia dos Pais

No dia 19 de março é comemorado o Dia dos Pais homenageando os pais biológicos e adotivos. Neste dia também celebra-se o dia de São José, pai adotivo de Jesus Cristo e exemplo de homem responsável. O Pai demonstra amor, educação, respeito e responsabilidades com os filhos. O pai biológico foi parceiro numa relação sexual com a mulher e geraram uma nova vida. Ser Pai é envolver-se na cumplicidade e proteção, transmitindo valores, conhecimentos, boas ações e bons exemplos. O Pai e a Mãe têm características diferentes e se complementam beneficiando os filhos ao longo da vida. Existe diversos modelos de famílias: tradicional, monoparental, adotiva, homossexual, institucional, assumem e defendem os direitos e deveres da criança, adolescente e jovem. Nas diversas sociedades a educação e formação dos filhos não dependem só da educação familiar, mas são influenciados pelos sistemas educacionais, culturais, tradicionais e inovadores afetando a mentalidade dos jovens. O Pai e a Mãe preparam os filhos para as diferentes realidades da vida pessoal e profissional. Infelizmente neste Dia dos Pais muitos homens abandonaram os próprios filhos. Outros apelam a violência, agredindo verbalmente e fisicamente os filhos e as mães. Independente da classe social os vícios em bebidas alcoólicas e drogas prejudicam os homens, mulheres, jovens e crianças. Neste Dia dos Pais precisamos refletir e assumirmos novos comportamentos, boas ações, valores e sentimentos no papel de Pai, mãe e filhos. Além de amor e proteção aos filhos as crianças e jovens retribuirão os seus sentimentos com carinhos aos pais. Conseguiremos ter uma boa convivência familiar repleta de amor e felicidade. No Dia dos Pais queremos demonstrar como amamos os nossos heróis porque dão o verdadeiro sentido as nossas vidas.    

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2021). Pai: Onde Estás? 


quarta-feira, 17 de março de 2021

A Evangelização da Companhia de Jesus no Brasil

A armada de Tomé de Sousa trouxe os jesuítas no Brasil em 1549. O padre Manuel da Nóbrega comandou a evangelização, construíram um colégio em Salvador, Bahia. José de Anchieta dirigiu-se ao Brasil em 1553 na armada de Duarte Góis. Os jesuítas ajudaram na fundação de Salvador, enviaram padres para as aldeias das capitanias de Ilhéus e Porto Seguro. Após algum tempo outro padre partiu a capitania de São Vicente. Na Capitania de Porto Seguro residiu bons intérpretes da língua tupi. José de Anchieta esteve em Porto Seguro, na carta escreveu que estavam evangelizando os índios, mas reclamou dos portugueses. Os homens vestiram roupas elegantes, as mulheres usaram seda e joias. Como eram donos de fazendas de açúcar e tinham escravos se consideraram reis, onde reinou ódio e falsidade. Os jesuítas descreveram como conviveram com índios e colonos, realizaram procissões na selva, conversões, fugiram dos perigos, construíram casas e igrejas. Publicaram em Coimbra as Primeiras Cartas do Brasil em duas coletâneas de 1551 e 1555, impressionou os leitores pelas suas informações. Devido ao sucesso editorial traduziram as cartas para diversos idiomas. Os missionários fundaram inúmeras aldeias jesuítas no sertão enquanto evangelizaram os indígenas. Mas tiveram divergências com os colonizadores portugueses porque protegeram os nativos e escravos fugitivos. As missões dos religiosos foram importantes na colonização do Brasil. Eles estabeleceram residências em Salvador, Porto Seguro, Capitania de Ilhéus, construíram várias aldeias, casas, igrejas e colégios. Produziram gêneros alimentares e materiais de construção. Na cidade de São Paulo os jesuítas tiveram diversas disputas violentas com os bandeirantes. O povo não permitiu que os religiosos interferissem no governo das aldeias indígenas. Os oficiais da Câmara de São Paulo e os padres da Companhia de Jesus assinaram um acordo em 14 de maio de 1653, restituíram os colégios da capitania aos religiosos. O bandeirante Fernão Dias Pais, irmão do padre João Leite da Silva teve um papel fundamental no encerramento das divergências entres civis e eclesiásticos. A Companhia de Jesus desempenhou importantes aldeamentos em vários lugares do Brasil. Na região sul destacaram-se os Sete Povos das Missões com suas relíquias artísticas e arquitetônicas. Por causa de batalhas e massacres nos Sete Povos e diversas aldeias da região sul precisaram abandona-las. Quando expulsaram os jesuítas do Brasil em 1759 deixaram distribuídos em todo país inúmeras aldeias, missões, colégios e seminários. Destacaram-se na evangelização dos indígenas os padres Manuel da Nóbrega, José de Anchieta e Antônio Vieira. A boa educação é moeda de ouro. Em toda parte tem valor. (Padre Antônio Vieira).

Bibliografia:

Companhia de Jesus no Brasil – Wikipédia, a enciclopédia livre 


domingo, 14 de março de 2021

Inácio de Loyola

O soldado foi ferido numa batalha contra os franceses defendendo a fortaleza de Pamplona em 1521. Enquanto estava em repouso leu Flos Sanctorum, ficou inspirado com os ensinamentos cristões. Inácio de Loyola abandonou sua carreira militar, dirigiu-se a gruta de Manresa, fez penitencias e escreveu o Livro de Exercícios Espirituais. Em 15 de agosto de 1534 na Capela dos Mártires, colina de Montmarte ele e os estudantes espanhóis Francisco Xavier, Alfonso Salmerón, Diego Laynez, Nicolau Bobadilha, o francês Pedro Fabro e o português Simão Rodrigues fundaram a Companhia de Jesus. Pois desejaram ser missionários, fazerem serviços hospitalares em Jerusalém ou onde o papa os enviar. Naquele dia fizeram os votos de pobreza e castidade. Inácio de Loyola escreveu os princípios jesuítas, utilizados a partir de 1554 na instituição disciplinada e batalhadora onde obedeceram ao Papa e aos superiores hierárquicos.  O principal lema dos jesuítas foi evangelizar e dar gloria a Deus. Em outubro de 1538 junto com dois amigos viajaram a Roma e pediram para o papa aprovar a ordem. Tomás Badia, mestre do Sacro Palácio analisou a constituição da Companhia de Jesus, após aprova-la a congregação de cardeais também aprovou aquela instituição. O Papa Paulo III no dia 27 de setembro de 1540 confirmou a nova ordem numa bula papal. Autorizou que os seus membros fossem ordenados padres. A Companhia de Jesus começou a pregar e fazer obras de caridade na Itália. Por causa da guerra o papa e outros membros da igreja desaconselharam qualquer viagem a Jerusalém. Nomearam Inácio de Loyola primeiro superior geral. Emocionado enviou os missionários a vários países europeus com a finalidade de fundarem escolas, liceus e seminários. Passado algum tempo novos membros da Companhia de Jesus partiram para as Américas e diversos lugares do mundo com o objetivo de evangelizarem e fazerem obras de caridade.

Bibliografia:

Companhia de Jesus – Wikipédia, a enciclopédia livre  

quarta-feira, 10 de março de 2021

A Educação no Brasil Colonial

Iniciou-se a Educação no Brasil em 1549 através da catequização dos indígenas pela Companhia de Jesus. O rei de Portugal Dom João III e os missionários decidiram divulgar a fé cristã aos índios. A primeira missão religiosa foi comandada pelo padre Manuel da Nóbrega. As aulas direcionadas aos nativos ocorreram nas missões, escolas construídas pelos próprios indígenas. Destacaram-se como educadores os padres José de Anchieta e Antônio Vieira. Esses homens além de atuantes pedagogos em suas aulas utilizaram o teatro, musica e poesia. Os jesuítas conviveram com índios e colonos, realizaram procissões na selva, conversões, fugiram dos perigos, construíram casas e igrejas. Os filhos dos colonos frequentaram as aulas jesuítas nos colégios, além do ensino religioso aprenderam a ler e escrever. Durante quase trezentos anos do período colonial a população era composta por nativos, colonizadores brancos e grande numero de mão de obra escrava vinda da África. As mulheres não estudaram nas escolas, receberam educação para a vida domestica e religiosa. Os escravos negros trabalharam e nunca tiveram acesso a educação. Os moços pardos procuraram a escola, diversos colégios jesuítas negaram as matriculas dos mestiços. Mas precisaram ceder devido aos subsídios que receberam do governo. Em 1759 o primeiro ministro de Portugal, Marquês do Pompal expulsou os jesuítas do Brasil. Durante a sua evangelização a Companhia de Jesus fundou diversas missões e colégios, repassou ensinamentos aos indígenas e filhos dos colonos. Esta instituição religiosa comandou o ensino brasileiro no período colonial.

Bibliografia:

A História da Educação no Brasil – Wikipédia, a enciclopédia livre 

segunda-feira, 8 de março de 2021

Os Valores e a Grandeza da Mulher

A natureza dotou o homem e a mulher como macho e fêmea para perpetuar a raça humana. O homem e a mulher geram equilíbrio e harmonia. O dia oito de março homenageia a mulher com todas as suas qualidades de mãe, esposa, filha, irmã e companheira. Independente do seu papel a suas qualidades contribuem para a felicidade da família e sociedade. Inúmeras mulheres trabalham e se dedicam a família. Com esforço equilibram as suas carreiras profissionais e prioridades familiares. No dia internacional da mulher é reconhecida a grandeza dos seus valores e sentimentos, pois socorrem os mais fragueis e necessitados. Os estudos valorizam a boa formação da mulher, independente do seu estatuto pessoal, social, profissional e cultural. A mulher em seu papel de filha, mãe, esposa, companheira e trabalhadora ajuda na construção de um mundo melhor. Atualmente a mulher exerce profissões que antigamente eram reservadas aos homens, por exemplo, forças armadas, medicina, construção civil e motoristas de caminhões. A formação profissional e o domínio de conhecimentos múltiplos são para os dois sexos com igualdade. O homem e a mulher precisam ter oportunidades iguais no acesso ao emprego, evolução de carreiras, articulação profissional e vida familiar. O respeito a mulher é indispensável na convivência social porque os seus valores, trabalho e inteligência demonstram a importância da vida humana. A mulher e o homem são iguais cumprindo os seus direitos e deveres, demonstram em suas boas ações a autentica cidadania.

Bibliografia:

BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2021). Grandeza e Valores da Mulher.

domingo, 7 de março de 2021

A Hora da Estrela

O romance de Clarice Lispector foi publicado em 1977. A obra encanta os leitores por ser intrigante e autobiográfica. O escritor Rodrigo S.M. com graves problemas de saúde contou a estória da protagonista Macabéa. Ela era nordestina e órfã. A alagoana Macabéa tinha dezenove anos além de ser uma moça simples, tímida e solitária. Animada mudou-se para o Rio de Janeiro, conseguiu arrumar um emprego de datilografa. Macabéa morou numa pensão e dividiu o quarto com três moças. Elas eram balconistas numa loja, os seus nomes se iniciavam com Maria: Maria da Penha, Maria da Graça e Maria José. Com sua simplicidade ela arrumou um namorado, o nordestino e metalúrgico Olímpico. O namoro terminou quando Glória uma mulher bonita roubou o seu namorado. Desanimada dirigiu-se a impostora cartomante Madame Carlota, as cartas revelaram novidades de Macabéa. Entusiasmada quando ela saiu daquele lugar e atravessou a rua foi atropelada por um Mercedes Benz amarelo. Várias pessoas a socorreram, naquele momento sentiu-se como uma estrela de cinema porque os seus semelhantes a valorizaram como ser humano. No momento de sua morte Macabéa descobriu como era importante estar viva.

Bibliografia:

www.todamateria.com.br/a-hora-da-estrela-de-clarice-lispector/ 

quarta-feira, 3 de março de 2021

Cem Anos de Solidão

O livro do escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez foi publicado em 1967. Devido a criatividade do estilo realismo mágico e de romance histórico a obra conquistou milhões de leitores. Cem Anos de Solidão tornou-se um dos livros mais lidos e traduzidos do mundo. Atualmente foram vendidos cerca de cinquenta milhões de exemplares desta obra e a traduziram para trinta e cinco idiomas. Gabriel Garcia Márquez escreveu um clássico da literatura moderna, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1982. Os principais livros da literatura hispânica são Dom Quixote de la Mancha e Cem Anos de Solidão. A história aconteceu na aldeia fictícia Macondo localizado na Amércia Latina. Começaram a morar nesta cidade José Arcadio Buendia e sua esposa Úrsula Iguarána. O casal teve os filhos José Arcadio, Aureliano e Amaranta. Esta família adotou Rebeca porque era órfã. A narração aconteceu com esta geração e dos seus filhos, netos e bisnetos, Úrsula a personagem principal acompanhou todas as gerações porque viveu mais de cem anos. Os descendentes de José Arcadio eram extrovertidos e trabalhadores, os de Aureliano simples e estudiosos. José Arcadio Buendia foi amigo do Cigano Melquíades. Os Aurelianos precisaram desvendar os misteriosos pergaminhos do Cigano. O livro repleto de surpresas encantou os leitores mostrando a história dramática desta família. Conseguiram desvendar os enigmas dos pergaminhos antes de Úrsula falecer.

Bibliografia:

Cem Anos de Solidão – Wikipédia, a enciclopédia livre