quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Professores Reflexivos em uma Escola Reflexiva


Atualmente vivemos na sociedade de informação. A Internet revolucionou o avanço das informações no mundo. Realizar pesquisas está facilitado utilizando este veículo de informação. A escola precisa ensinar os alunos a discernirem as informações certas das erradas, principalmente no laboratório de informática. Pois só o pensamento pode organizar o conhecimento.
Os professores precisam orientar os alunos a adquirirem o conhecimento necessário para viverem no mundo globalizado. O Inglês é a língua Universal, pois além de ser a língua materna de vários países é utilizada em todos os lugares do mundo. O saber para o professor é desenvolver a competência na língua inglesa, ensinando a gramática, comunicação falada.
A juventude terá competência para lidar com a informação na sociedade de aprendizagem quando o mestre os orientar a terem acesso às informações fazendo pesquisas, utilizando a biblioteca, a sala de informática. Deve dedicar-se ao seu trabalho, preparando as aulas com o objetivo de despertar o interesse dos estudantes aos estudos. No século XXI o aluno é um ser aprendente ao longo de toda a vida. Por isto precisa conscientizar-se e comprometer-se, valorizar a aprendizagem. Com pesquisas pessoais, trabalho colaborativo e apoiar o professor.
Nesta sociedade de aprendizagem o professor deve comprometer-se em ajudar no desenvolvimento dos alunos, orientando-os a desenvolverem a capacidade do trabalho autônomo e colaborativo, mas também o espírito critico. Precisa haver nova organização na escola, com lugares apropriados para as aulas, acesso facilitado a livros, revistas, computadores, Internet. Os professores, diretores e funcionários devem serem valorizados. Os alunos e seus pais precisam comprometer-se em terem um bom relacionamento com a comunidade.
Para a escola ser reflexiva o professor também deve ser reflexivo, comprometendo-se em dedicar-se ao trabalho com responsabilidade. A expressão e o dialogo o ajudarão a dominar o seu papel de enorme importância. Como a aprendizagem é um processo transformador da experiência, colaborarão com o seu trabalho utilizando-se das seguintes finalidades: a analise dos casos, as narrativas, os portfólios e as perguntas pedagógicas.
A escola é uma comunidade social, organizada para exercer a função de educar e instruir. Os alunos, professores, diretores, funcionários da escola e os pais dos alunos precisam comprometer-se e unir-se para juntos atingirem este objetivo.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Educação com Ética

Tentar resolver problemas pessoais ou sociais com violências e agressões não são compatíveis com os valores dos seres humanos. É fundamental o dialogo entre ambas as partes com tolerância e ética. Pois serão obtidos melhores resultados. Os cidadãos utilizando a gentileza, humildade e compreensão conviverão pacificamente com os seus semelhantes.
Educação com ética é essencial na família, trabalho, escola, lazer e vida social das pessoas. Deve haver respeito aos seres humanos, preconceitos além de humilhar os nossos semelhantes geram problemas nos relacionamentos humanos. Insistir em resolvê-los com agressões físicas ou verbais não são comportamentos de uma sociedade civilizada.
A construção de uma sociedade digna esta na educação e formação dos cidadãos. Porque a violência, ganancia e ambição privilegiam poucos  oprimindo e destruindo milhares de vidas e a natureza. A educação, generosidade, humildade e sinceridade devem existir no lar, escola, trabalho e convívio social. Pois proporciona um bom relacionamento entre as pessoas.
Os meios de comunicações divulgam guerras, brigas e desentendimentos provocando a morte e destruição em vários lugares do mundo. O homem gasta grandes quantidades de dinheiro para construir armas. Mas não utiliza a sua inteligência desejando construir em nosso planeta uma sociedade harmoniosa com verdade e cooperação. O ser humano traça o seu destino a partir de suas decisões.
A Terra é um planeta maravilhoso onde a vida foi instituída pelo Criador. Deus concebeu toda a beleza aos seres vivos, quem a agride ou destrói esta ofendendo o nosso Pai Eterno. É inaceitável os homens continuarem fazendo tanta maldade, com egoísmo, ganancia e violência. A inteligência humana precisa amar a vida e buscar condições dignas de viver harmoniosamente na Terra. O ódio, vingança e a represália covarde não são comportamentos dignos dos seres humanos.
O cidadão fará um bom desempenho de sua cidadania lutando por seus direitos e deveres com gentileza e boa educação. A convivência dos seres humanos precisa de respeito e dignidade porque somos oriundos de um mesmo Criador. Pois nos deu as condições fundamentais para vivermos em paz e sermos felizes no mundo.
 
Bibliografia:
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

A Grande Prova


Do livro do Gênesis 22,1-19
Depois desses acontecimentos, Deus pôs Abraão à prova, e lhe disse: “Abraão, Abraão!” Ele respondeu: “Estou aqui”. Deus disse: “Tome seu filho, o seu único filho Isaac, a quem você ama, vá à terra de Moriá e ofereça-o aí em holocausto, sobre uma montanha que eu vou lhe mostrar”.
Abraão se levantou cedo, preparou o jumento, e levou consigo dois servos e seu filho Isaac. Rachou a lenha do holocausto, e foi para o lugar que Deus lhe havia indicado. No terceiro dia, Abraão levantou os olhos e viu de longe o lugar. Então disse aos servos: “Fiquem aqui com o jumento; eu e o menino vamos até lá, adoraremos a Deus e depois voltaremos até vocês”.
Abraão pegou a lenha do holocausto e a colocou nas costas do seu filho Isaac, tendo ele próprio tomado nas mãos o fogo e a faca. E foram os dois juntos. Isaac falou ao seu pai: “Pai”. Abraão respondeu: “Sim, meu filho!” Isaac continuou: “Aqui estão o fogo e a lenha. Mas onde está o cordeiro para o holocausto?” Abraão respondeu: “Deus providenciará o cordeiro para o holocausto, meu filho!” E continuaram caminhando juntos. Quando chegaram ao lugar que Deus lhe indicara, Abraão construiu o altar, colocou a lenha, depois amarrou seu filho e o colocou sobre o altar, em cima da lenha. Abraão estendeu a mão e pegou a faca para imolar seu filho.
Nesse momento, o anjo de Javé o chamou do céu e disse: “Abraão, Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou!” O anjo continuou: “Não estenda a mão contra o menino! Não lhe faça nenhum mal! Agora sei que você teme a Deus, pois não me recusou seu filho único”. Abraão ergueu os olhos e viu um cordeiro, preso pelos chifres num arbusto; pegou o cordeiro e o ofereceu em holocausto no lugar do seu filho. E Abraão deu a esse lugar o nome de “Javé providenciará”. Assim, até hoje se costuma dizer: “Sobre a montanha, Javé Providenciará”.
O anjo de Javé chamou lá do céu uma segunda vez a Abraão, dizendo: “Juro por mim mesmo, palavra de Javé: porque você me fez isso, porque não me recusou seu filho único, eu o abençoarei, eu multiplicarei seus descendentes como as estrelas do céu e a areia da praia. Seus descendentes conquistarão as cidades de seus inimigos. Por meio da descendência de você, todas as nações da terra serão abençoadas, porque você me obedeceu”.
Abraão voltou até seus servos, e juntos foram para Bersabéia. E Abraão ficou morando Bersabéia.  
 
INTERPRETAÇÃO DO TEXTO
 
Personagens: Deus, Abraão e Isaac.
Este texto remonta à época em que os cananeus costumavam sacrificar crianças na fundação de santuários.
O filho de Isaac para Abraão, como para os pais da época, era sinal de benção e de realização de promessas divinas. Mas Deus tirou a segurança de Abraão. Não permitiu que Abraão perde-se o objetivo do grande projeto da formação do seu povo. Por isso, Deus lhe pediu um novo ato de fé. Abraão deveria sacrificar o seu próprio filho, como obediência a Deus.
Atualmente a leitura deste texto mostra Deus como defensor da vida dos pequenos e não aceita sacrifício de crianças. A criança empobrecida, muitas vezes é vista como estorvo ao projeto neo-liberal. Criança é objetivo de manipulações e discursos adultos. Vários casais separados disputam na justiça a guarda dos seus filhos. Muitos sacrificam à criança em beneficio à sociedade materialista.
As falsas seguranças de famílias, comunidades... em nomes de costumes e culturas agridem a dignidade das crianças. No Brasil as crianças e adolescentes têm seus direitos garantidos por lei. Devido à pobreza muitos gananciosos utilizam os pequenos para fazerem roubos, prostituição... Ou procuram iludir as crianças e adolescentes tentando convencê-los que os usos das drogas os ajudarão a se esquecerem dos seus problemas e terão sensações inesquecíveis. Por isto os adultos precisam colocar-se ao lado das crianças e adolescentes para defender suas vidas. Porque quem fere a criança, fere ao próprio Deus.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Resenha do Poema - Não Há Vagas

Gullar Ferreira iniciou o poema reclamando do preço do feijão e arroz. Das contas do gás, luz e telefone. Mas também citou os espertos que sonegam os impostos do leite, da carne, do açúcar, do pão.
O poeta lembrou-se do funcionário publico, pois seu salário é baixo. Trabalha em uma pequena sala, cercado de arquivos. Com dificuldades para sobreviver o operário, trabalha nas oficinas escuras esmerilhando todo dia o aço e carvão.
A seguir o poeta reclamou que o poema está fechado porque não há vagas. Pois vivemos em uma sociedade consumista e materialista. Os trabalhadores, principalmente os da classe baixa ficam aflitos quando estão desempregados. Eles têm dificuldades de sobreviverem sem o seu salário. Desesperam-se no momento que chegam à frente das fabricas, leem o aviso: “não há vagas”.
No penúltimo verso o poeta afirmou que no seu poema só cabe o homem sem estomago, a mulher dos contos de fada e a fruta grátis. Os poderosos dominam a sociedade, seus desejos devem ser satisfeitos, mas a população pobre não pode reclamar os seus direitos.
Finalizando Gullar Ferreira comentou que o seu poema não fede, nem cheira. Pois os poderosos foram dominados pela ganância, esperam que os demais membros da sociedade pensem apenas em si mesmo. Esforçam-se para sobreviverem, nunca lembrem-se dos graves problemas sociais e da solidariedade.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A Sereníssima Republica

Este conto foi escrito por Machado de Assis. Trabalhando como professora no 3º ano do ensino médio pediria para os alunos lerem este texto, pois juntos o compreenderíamos.
A Sereníssima Republica foi escrito em 1882, mas é um texto atual, porque faz criticas políticas utilizando um regime social das aranhas. No conto é comentado sobre Darwin, pois com suas pesquisas descobriu o evolucionário naturalismo. O nome de Aristóteles foi citado, porque foi um grande filosofo grego.
As 490 aranhas organizaram-se, juntas decidiram eleger o governo aracnídeo, parecido com a Republica da Veneza antiga. A eleição seria realizada com o saco eleitoral. Os nomes dos candidatos eram escritos nas bolas. Mas houve fraude na primeira eleição, pois entrou no saco duas bolas com o nome do mesmo candidato. Na eleição seguinte o nome de um candidato não foi escrito na bola.
Neste tempo faleceu o primeiro magistrado. Três cidadões apresentaram-se candidatos ao posto. Hazeroth e Magog, os próprios chefes do partido retilíneo e do partido curvelineo. O terceiro candidato era do partido reto-curvilineo, o quarto candidato pertencia ao partido anti-retocurvilíeno. Cada partido tinha a sua proposta de como deveria ser feita à teia.
Hazeroth e Magog não foram eleitos, porque quando as bolas saíram do saco faltava à primeira letra do nome do primeiro e a última do segundo. Para espanto de todos foi eleito um argentino ambicioso. Os vencidos requereram uma investigação. O oficial confessou uma nova fraude.
No novo estatuto candidataram-se Caneca e Nebraska. A bola extraída foi a de Nebraska. Caneca reclamou que a bola extraída não tinha o nome do vencedor, mas sim o dele. Porque faltava a última letra do nome de Nebraska. Um grande filólogo explicou que o vencedor era o Caneca. A lei emendou-se, foi abolido o testemunho e a interpretação dos textos. Com inovações no saco pretendiam eleger o candidato sem fraudes. No final Erasmus contou-lhes a fabula de Penélope, pois com perseverança esperava o esposo Ulisses.
Terminada a interpretação do texto, pedirei para os alunos fazerem um teatro deste conto. Juntos discutiremos sobre os escândalos políticos divulgados nos meios de comunicação. Pois desejando construir um Brasil mais justo e fraterno, nas próximas eleições devemos eleger um candidato decente. Porque somos a Penélope a espera de Ulisses. 

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Educação de Valores e Direitos Humanos


Devido à globalização e com as novas tecnologias muitos seres humanos estão se tornando insensíveis aos dramas da humanidade e pelo respeito aos direitos humanos. Inúmeras pessoas lutam por seus direitos, mas ignoram os seus deveres, os valores nobres e vitais da sociedade humana.
O ser humano convive no mundo de valores que o ensina a viver pacificamente com os seus semelhantes. Pois esta apto em transformar a natureza em função de seus sonhos e objetivos. Possui varias possibilidades de escolher os meios de realiza-los a partir dos valores oferecidos por sua cultura. As pessoas reagem conforme os valores de sua convivência em suas ações diárias.
Os valores e direitos humanos existem desde o surgimento da humanidade. Inúmeros seres humanos reclamam da sociedade, mas não pensam na capacidade de transforma-la com suas próprias ações. A educação de valores é fundamental na pratica educativa por ser essencial a convivência pacifica no mundo. Na educação moderna e humana é defendida a dignidade da pessoa com os valores morais, políticos, estéticos, religiosos, culturais e sociais.
Precisamos praticarmos e ensinarmos aos jovens a justiça, solidariedade, esperança, humildade e gratidão. Através da consciência moral podemos analisar os nossos atos para convivermos fraternalmente com  nossos semelhantes. A vida moral se desenvolve no homem quando utiliza a inteligência e afetividade para compreender racionalmente o mundo através da solidariedade e reciprocidade. Esses valores são desenvolvidos com a filosofia da educação preparando os estudantes a serem cidadãos decentes. Porque desenvolverão a sua personalidade, respeitarão a dos outros seres humanos e na convivência serão felizes.
A filosofia da educação é indispensável na formação da cidadania por analisar preconceitos, exclusão, vícios e violência. Esses valores não devem ser ensinados apenas na escola, mas sim em esforço conjunto de governos, pais, professores, alunos e pela sociedade civil. Utilizando a ética politica deve-se estudar as relações de trabalho, vida familiar, os compromissos na escola, exigindo que o Estado cumpra as suas obrigações constitucionais.
 Precisamos melhorar a educação visando à preparação humana, técnica e cientifica dos professores e educadores. Na escola não deve ter preconceito e limites de idades ao aprendizado. Porque com os conhecimentos do homem da atualidade destacando-se a filosofia, ciência, tecnologia, educação/ formação, politica e religião retratam a humanidade. O ser humano com a sua inteligência deve construir os padrões da dignidade humana para vencer os desafios impostos pelo próprio homem.
 
Bibliografia:
MORENTE, M. G., (1996). Fundamento de Filosofia – Lições Preliminares. 2a Ed. São Paulo: Mestre Jou.

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
 
                https://www.facebook.com/ermezindabartolo

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Student Shaking


Teaching at that school in the outskirts of the big city was difficult. After the vacations of July he began to teach in this place Professor Eduardo. In addition to being polite and gentle he believed in the future of youth. The school had the name of an important Brazilian writer, was called School Father Antônio Vieira. Before teaching, Professor Eduardo talked with the principal about the students. Upset he asked to respect the students, but he should be careful with them. Eduardo commented that he liked to teach history, for sure he would captivate students. The director wished him good luck.
The first two classes of the evening period were in the eighth grade, despite having three agitated students taught normally. After the break he went to teach in the third year of high school, in this class David and his gang disturbed the classes. At the beginning of the lesson he implicated the teacher, called him prejudiced, because he was of the black race. Eduardo disguised, despite the student's implication he was able to teach. After a fortnight he was discouraged, for it was difficult to teach at this school.
At the end of the week his girlfriend said that they could present the famous play at school, as it would change the opinion of the students, showing the true meaning of the studies. The teacher liked this idea, talked to the principal and other teachers, scheduled the performance of this play on Friday, two weeks from now. In his classes, the history teacher commented that they needed to preserve the school. He said that the teachers and students could organize the school, cleaning the desks, the toilets, and fixing the broken door. They marked the cleaning in the school on Saturday, after the presentation of the play.
The whole school was agitated with the presentation of the play, David and his gang said they would not watch it. By insistence they were at the event. The actors began the presentation of the play. Furious the boy came to the teacher, as the main character used his other name Goliath. The two argued, due to nervousness Goliath stabbed the professor's heart and fled. Despite being rescued, the wound was fatal, the teacher died.
At the funeral the teacher's father was embittered, he said he was punished, because when he was young he took a broom, the Portuguese teacher assaulted. His only son became a teacher, but was murdered by one of his students. As the killer was 17 years old would not be arrested. But the police are looking for him to put him in an institution, because he would volunteer to the community in order to repair his mistakes.
The teacher's father was Francisco, he went to look for the boy himself. Goliath's parents were separated, his father was imprisoned for assault. His mother had four children, the eldest died of an overdose. She worked as a cook in a restaurant, lived with an unemployed man. One of the neighbors commented that Goliath as well as fighting with other people was drug addicted. In Francisco's opinion the boy could hurt other innocent people, he decided to look for him in person.
  For three days he searched for him in several suspicious places, but could not find him. He returned home in dismay, disconcerted at the photographs of his murdered son. The next day he went to the cemetery to visit the professor's tomb. He was surprised when he saw Goliath in front of his son's grave. Desperate, he screamed as he dared to kill his teacher. Bitter and crying the boy apologized for committing this crime. For in that day he argued with his mother and stepfather, he quarreled with his girlfriend, for he betrayed him to another man. Wishing to relieve himself of the suffering he used crack, then went to school. How nervous he had discharged his anger at an innocent person.
Desolate Francisco asked why he went to school, disrupt the education of other young people. Among tears Golias commented that the studies were important for the formation of youth. Because he wanted to acquire knowledge, to learn to control his emotions and to solve his personal problems. He made the worst mistake of his life because he took a human life, only with solidarity will a better world be built. He apologized for murdering the teacher. Francis perceived the sincerity of the boy, forgave him, hugging him.
The students applauded the actors in the play, as the story moved all the people. On Saturday Professor Eduardo along with the students were cleaning the school. At ten o'clock they entered the schoolyard of David and his friends. They apologized for disturbing the classes, as of this day they would cooperate for all the students to acquire knowledge in the classes. They would be in solidarity with the classmates, because the main objective of the school is to transform the students into decent citizens.