domingo, 20 de agosto de 2017

Desemprego e os Problemas Sociais

Devido à crise econômica nos últimos doze meses quase dois milhões de trabalhadores perderam o seu emprego. Esta difícil conseguir outro serviço. Como as pessoas tem pouco dinheiro foi diminuída a compra e venda de produtos. Por isto houve ou esta havendo o fechamento de instituições comerciais e fabricas. Desempregado o trabalhador não tem dinheiro para pagar as suas contas e sobreviver.
O governo publico, instituições de alto poder aquisitivo incluindo fazendas, indústrias e grandes redes comerciais precisam se mobilizarem tomando as medida necessárias para diminuir a crise financeira. Assim os desempregados conseguirão arrumar empregos, tendo o dinheiro do salario poderão voltar a comprar mercadorias.
Além da crise econômica os empregos diminuíram devido à mecanização das terras agrícolas. A população mudou-se a cidade ou outras regiões procurando serviço. Nas indústrias e comercio com a automação o lucro triplicou, mas houve inúmeras demissões e não precisam contratar novos funcionários. Crianças, adolescentes e adultos estão estudando ou voltaram estudar nas escolas e universidades. Devido ao alto numero de indivíduos com diploma de curso superior não existe emprego para todos. Cada indivíduo precisa procurar o serviço necessário a sua sobrevivência.
O desemprego esta atingindo uma boa parte da população no Brasil. A varias décadas milhares de pessoas carentes passam fome e miséria nas favelas. Fizeram uma pesquisa em uma favela da cidade de São Paulo sobre as mulheres que viviam naquelas condições subumanas e sofriam desprezo publico. Muitos desrespeitam esta classe trabalhadora por viverem em aglomerados sujos e os chamam de preguiçosos.
Desde pequenas aquelas mulheres passam por necessidades físicas e psicológicas. Sentem-se impossibilitadas de conquistarem melhores condições de vida. Elas aprenderam que lutar e enfrentar são um processo infrutífero. Por estarem submetidas à disciplina de fome lutam amargamente para a manutenção da vida delas e de seus filhos. As mulheres faveladas acham o sofrimento uma vivencia depressiva refletida na indignidade e desqualificação.
A vida delas se transforma quando se conscientizam com o tempo de viver superando a inutilidade que as aprisionavam desde o nascimento. Pois, através do estudo e aprendizagem lutam para resolverem seus problemas. Na Associação dos Moradores dedicam-se as aulas de artesanato e nos movimentos reivindicatórios buscam seus direitos. As autoridades publicas e a sociedade precisa compreender que através da solidariedade diminuiremos os problemas sociais.
Um grave problema da modernidade é que diversos indivíduos não sabem conviver com a diferença. A nossa integridade depende da integridade alheia. Conflitos e brigas ameaçam a sobrevivência de todos.
 
Bibliografia:
Bader Burihan Sawaia. Dimensão ético-afetiva do adoecer da classe trabalhadora. In: A/ovas veredas da Psicologia Social. São Paulo, EDUC/Brasiliense, 1995.
José Gianotti. Folha de São Paulo, 10/10/1993. Tendências e Debates.

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